terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Encontro


Congrassamento certo com os melhores petiscos e as mais interessantes presenças.

Beneficência à parte, voce é o mais ilustre convidado para a festa de aniversário da

nossa Loja.

Não percamos a oportunidade de exercitar fraternidade...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Calendário


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Festa da Caridade

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Confraternização

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Festa da Caridade



"Tuca" e sua esposa com Cebola e o Cigarro com Zé Roberto.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Presenças





























Anexo mais algumas fotos dos ilustres participantes do evento "Festa da Caridade".

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Maçonaria Capixaba Trabalha de Forma Efetiva


















Um belo trabalho "capitaneado" pelo Irmão Claudinho, membro das Lojas "humildade e Fraternidade" e "Universitária" de mobilização de irmãos dispostos e com objetivos voltados à caridade. Parabéns à todos os participantes.

Faço aqui a divulgação deste ato a fim de encorajar outros irmãos de outros orientes a idealizarem e encamparem projetos semelhantes.


"Meus Irmãos,


Hoje às dezenove horas e trinta minutos no salão do templo da ARLS
Humildade e Fraternidade foi feita a entrega de várias caixas de leite
para a Campanha "Café com Deus", oportunidade em que o Venerável
Mestre da Loja Universitária Alfredo Pacheco Barroca, Emerson
Gonçalves da Rocha assumiu o compromisso com a cunhada Polyanne
Campos, coordenadora e idealizadora do Projeto Café com Deus, de
direcionar todo o recurso arrecadado na Loja para a campanha. Esse
ponta pé inicial foi possível com o empenho e dedicação do Irmão
Robson do consórcio de Lojas do Templo da ARLS Hermínio Blackman de
Vila Velha, Ordem Demolays, ARLS Humildade e Fraternidade e Loja
Universitária Alfredo Pacheco Barroca. Tudo é possível quando se tem
fé. Tudo é possível quando se faz com amor. Tudo é possível graças a
Deus."

TFA

Cláudio Souza.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Festa da Caridade

















Como estava programado, realizamos neste sábado nas dependências da A.'.R.'.L.'.S.'. Caridade e Esperança a noite de massas e petiscos. Grande foi o número de participantes ao evento, mesmo com o tempo um pouco incerto, fato que ficou em segundo plano, tamanha a animação e generosidade dos que lá se fizeram expontaneamente presentes. Destacamos o todo para não correr o risco de não estar sendo justo na avaliação, porem, há de se registrar a massa jovem que a exemplo dos demais eventos fez-se notar pela participação e identidade com o motivo. Tudo isso emoldurado por um sem número de irmãos de muitas lojas coirmãs, como de hábito apoiando e exercendo a essência da fraternidade.
Enquanto anfitriões, nós, irmãos do quadro e as cunhadas do Departamento Feminino (sem as quais seria impossivel tal êxito) vimos a público agradecer e aplaudir a todos os que vieram nos apoiar nesta ação.

sábado, 14 de novembro de 2009

Evento


Visando dar maior visibilidade e facilidade de participação àqueles que nos vêm acessando, anexo cartaz de divulgação da ação elaborada pela A.'.R.'.L.'.S.'. CARIDADE E ESPERANÇA para aglutinar num mesmo momento atitude social, relacionamento fraterno e confraternização. Cremos ser esta oportunidade um grande motivo de congrassamento da família maçônica.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Semeadura


Dia 29/10, na Loja Universitária, a pedido do Venerável Emerson Rocha, foi proferida pelo nosso querido ir.'. Ivan uma palestra sobre o risco de contaminação por leptospirose em latas e embalagens contaminadas.

Se não bastasse o aspecto muitíssimo oportuno -vide chuvas atuais- do tema escolhido, há ainda a elogiável atitude daquela venerança ao optar por um valoroso e competente ir.'. regular e ativo,

totalmente preparado para o evento como palestrante.

Nos meus anseios ligados à ordem essa sempre foi e será uma prioridade: "santos de casa" fazendo milagres (não que o Ivan o seja...) para seus pares, pois entre nós sobram irmãos de extrema competência nas suas áreas de atividade que poderiam (deveriam?) ter chances para dividir conosco suas habilidades.

Ouso agradecer em público em nome da Caridade e Esperança ao Ven.'. Mestre Ir.'. Emerson Rocha pela magnífica ação. À propósito, o mesmo se insere no rol daqueles formadores de opinião aos quais acabo de me referir...

Anexo foto do evento.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Milton Gonçaves - um ator engajado nas lutas sociais

Para quem sabe ler, um pingo é letra...




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

HOMENAGEM À MAÇONARIA PELO DIA DO MAÇOM PROMOVIDO PELA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESPÍRITO SANTO

No último dia 15 deste mês, a Assembléia Legislativa do Espírito Santo na pessoa da Deputada Luzia Toledo, promoveu uma homenagem a todos os maçons do estado. A comemoração pelo dia do Maçom (20 Agosto) foi um sucesso e a galeria da Assembléia ficou tomada por maçons de várias partes do estado. Muitos ficaram em pé por causa do grande número de presentes.

Estivemos presentes representando a maçonaria da Serra. Acompanhem as fotos (clicando na foto ela aumenta de tamanho)e os videos.


Discurso Do Grão Mestre Adjunto Aguinaldo Fritoli

Seguem 4 partes do discurso proferido por nosso Ir.'. Aguinaldo da Tribuna da Assembléia Legislativa. Palavras essenciais foram ditas, reproduzindo o sentimento de todos os maçons ali presentes. Ao final, todos se levantaram e o aplaudiram de pé.

PARTE I

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

PARTE II


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PARTE III


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Parte IV


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Na chegada, tiramos uma foto com os De Molays, as Filhas de Jó e as Meninas do Arco Íris



Esperando o início


Detalhe dos presentes


Detalhe dos presentes


Detalhe dos presentes


Detalhe dos presentes



Deputado Dr Hércules discursando. Ir.'. nosso.



Detalhe dos presentes



Salão da Assembléia cheia de "homens de preto"



A representante das Entidades Para-Maçônicas femininas estava presente.



Detalhe dos Ir.'. presentes



O nosso sobrinho Hermann Kulitz representando a Ordem De Molay no evento fez um bonito discurso. Arrancou aplausos de todos.





O Ir.'. Cecílio, Grao - Mestre, fez as apresentações passou a bola para o Ir.'. Aguinaldo.




O Ir.'. Aguinaldo Fritoli discursando: sem dúvida o destaque do evento.


O Ir.'. Alfredo Intra fazendo uma explanação sobre a organização interna do GOB ES



Essa turma estava representando as lojas da Serra. Faltou aí o Ir.'. Derildo da LUZ DO PLANALTO que sumiu logo após o encerramento.



O Ir.'. Alfredo Intra, deputado estadual, o Ir.'. Jorge Valentim, O Ir.'. Aguinaldo, Grão Mestre Adjunto e o Ir.'. Ivan, logo após o encerramento do evento





terça-feira, 15 de setembro de 2009

INSTALAÇÃO E POSSE NA CARIDADE E ESPERANÇA

FOTO 0:

Dia 06 Junho de 2009 foi realizada na Loja a Instalação e Posse do novo Venerável Mestre para o próximo biênio.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

FOTO 1: Venerável Mestre eleito fazendo seu discurso



FOTO 2:

O Irmão Deo Mário fazendo sua explanação sobre o evento


FOTO 3:

Família do Venerável eleito


FOTO 4:

Cunhada Ilíria, Presidente do Departamento feminino da Loja




terça-feira, 8 de setembro de 2009

REUNIÂO DO CAPÌTULO HUGO DE PAYENS - FOTOS











Nos enche de orgulho ver nossos sobrinhos se esforçando para se tornarem homens de bem, com conteúdo, com determinação e com compromisso por um Brasil melhor.

Parabéns aos De Molays

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

CAPÍTULO HUGO DE PAYENS

Meus irmãos,
domingo próximo dia 30 de Agosto, estaremos cedendo nossa área para que os meninos do Capítulo Hugo de Payens, da Serra, se reúna. Eles farão a reunião mensal deles às 9:oo hs da manhã e precisam do nosso apoio para funcionar. Peço a ajuda de todos que possam comparecer para dar um apoio aos meninos que estão precisando. Eu estarei lá.

Ivan

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Pensamento Muito Bonito para Reflexão!

clique na imagem que aumenta de tamanho







coloboração do Ir.'. Wilson Zamperlini

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O AMOR ESTÁ NO AR!

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

FESTA DE COMEMORAÇÃO DO DIA DOS PAIS - festa inauguração do galpão
















Nós pais fomos agraciados com uma bela festa surpresa(?) realizada pelo nosso departamento feminino. Um churrasco, o Amaro no violão e o irmão do Zé Roberto na sanfona! Festa muito legal. Obrigado meninas!

ETAPA III: CONCLUSÃO DA OBRA!





ETAPA II DA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO GALPÃO








domingo, 9 de agosto de 2009

Dia dos pais

http://www.4shared.com/file/123924212/966fb84f/Dia_dos_Pais.html

Parabéns a todos nós !!!
deo

terça-feira, 4 de agosto de 2009

CONTINUAÇÂO DAS OBRAS





sábado, 25 de julho de 2009

REALIZAÇÃO DE UM ANTIGO E DESEJADO SONHO









Estamos felizes por termos conseguido iniciar a obra de recuperação do nosso galpão de festas de nossa área social. Muitas estórias agradáveis foram vividas ali mas, como tudo na vida precisa de conservação...

Seguem as primeiras fotos da desmontagem:

sábado, 18 de julho de 2009

GRIPE SUÍNA

PERGUNTAS E RESPOSTAS:






PERGUNTA


RESPOSTA

1.-


Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?


Até 10 horas.

2. -


Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?


Torna o vírus inativo e o mata.

3.-


Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?


A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.

4.-


É fácil contagiar-se em aviões?


Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.

5.-


Como posso evitar contagiar-me?


Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.

6.-


Qual é o período de incubação do vírus?


Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.

7.-


Quando se deve começar a tomar o remédio?


Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%

8.-


De que forma o vírus entra no corpo?


Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.

9.-


O vírus é mortal?


Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

10.-


Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?


Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

11.-


A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?


Não porque contém químicos e está clorada

12.-


O que faz o vírus quando provoca a morte?


Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

13.-


Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?


Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.

14.-


Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?


De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.

15.-


Onde encontra-se o vírus no ambiente?


Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.

17.-


O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?


Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.

18.-


Qual é a população que está atacando este vírus?


De 20 a 50 anos de idade.

19.-


É útil a máscara para cobrir a boca?


Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.

20.-


Posso fazer exercício ao ar livre?


Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.

21.-


Serve para algo tomar Vitamina C?


Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.

22.-


Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?


A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.

23.-


O virus se move?


Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.

24.-


Os mascotes contagiam o vírus?


Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.

25.-


Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?


Não.

26.-


Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?


As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.

27.-


O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?


Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.

28.-


Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?


Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.

29.-


Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?


Não serve para nada.

30.-


As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?


SIM.

31.-


Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?


NAO.

32.-


O que mata o vírus?


O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.

33.-


O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?


O isolamento.

34.-


O álcool em gel é efetivo?


SIM, muito efetivo.

35.-


Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?


Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.

36.-


Este vírus está sob controle?


Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.

37.-


O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?


A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.

38.-


Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?


SIM.

39.-


As crianças com tosse e gripe têm influenza?


É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.

40.-


Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?


Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.

41.-


Posso me contagiar ao ar livre?


Se há pessoas infectadas e que tusam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.

42.-


Pode-se comer carne de porco?


SIM pode e não há nenhum risco de contágio.

43.-


Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?


Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Iniciativa louvavel





BISPO PROFERE PALESTRA EM LOJA MAÇÔNICA DE MINAS GERAIS


Bispo Emérito e Consultor Jurídico da CNBB proferiu palestra para platéia de 200 pessoas, no Templo da Loja Maçônica União de Ipatinga

O Bispo Emérito da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano, Dom Lelis Lara, foi o centro das atenções de um eclético e seleto público, na noite da última segunda-feira, 01, quando proferiu inédita palestra sobre as relações entre a Igreja Católica e a Maçonaria, no Templo da Loja Maçônica União de Ipatinga, no centro da cidade. O religioso palestrou a convite do Venerável Mestre da Loja União de Ipatinga, Ednaldo Amaral Pessoa, que tem como um dos pilares de sua gestão a realização de sessões públicas onde são realizadas palestras, abertas à comunidade, sobre temas diversos e de grande interesse de toda sociedade, não apenas dos maçons e seus familiares

Segundo Dom Lara, o Concílio Vaticano II (1963-1965) escancarou as portas e janelas da Igreja para o mundo, e que depois do Concílio o propósito da Igreja Católica é se aproximar de todas as pessoas do mundo, sem preconceito, sejam elas cristãs ou não. E foi exatamente no espírito do Concílio Vaticano II que o Bispo se inspirou para falar da relação entre a Igreja Católica e a Maçonaria.

Dom Lara disse que “quando se fala de Igreja e Maçonaria, muitas vezes se estabelece ou se imagina um confronto entre essas duas entidades, mas não deveria ser assim, porque católicos são cristãos e os maçons também, senão todos, certamente grande parte. E Jesus, ao final de sua vida, deixou para os seus seguidores o testamento de que devemos amar uns aos outros. Mas, segundo o bispo, esta palavra de Jesus não foi sempre bem entendida, e que às vezes é entendida de acordo com a índole das pessoas, e as pessoas mais radicais muitas vezes ficam com o coração armado, na defensiva ou no ataque, quando, como filhos de Deus, deveriam viver como irmãos, com o coração desarmado, respeitando as diferenças.

Ritos

Inicialmente, Dom Lara apresentou, de forma objetiva, a história da Igreja Católica, destacando a caminhada da Igreja - que já dura mais de dois mil anos - e que a instituição é como um barco no meio do oceano, que passou por muitos escolhos e superou muitas tempestades, e que procura sempre se adaptar aos tempos. O bispo lembrou ainda que o Papa João XXIII, responsável pela convocação do Concílio do Vaticano II, foi o grande responsável por colocar a Igreja Católica no caminho da atualização. Entretanto, segundo Dom Lara, este trabalho de atualizar a Igreja não é fácil, porque há várias correntes ou tendências dentro da própria Igreja, o que dificulta a caminhada.

Dom Lara destacou também que a Igreja Católica mundial adota dois ritos (maneira de celebrar a liturgia e de organizar a vida da Igreja) distintos: o rito latino e o rito oriental, sendo que na Igreja Católica oriental existem padres casados exercendo o ministério, o que não é admitido pela disciplina da Igreja Católica Latina. Esta postura, de dois ritos distintos, de acordo com o Bispo, é em respeito às grandes tradições e costumes dos orientais católicos. Dom Lara apresentou também à platéia o índice esquemático do Código de Direito Canônico, dando uma ideia de como se constitui, se organiza e funciona a Igreja Católica, destacando que o Povo de Deus está em evidência na sociedade eclesial. Ele finalizou seu breve relato da história da Igreja dizendo que estava ali “em simples pinceladas, um retrato da Igreja Católica, que nós dizemos ‘santa e pecadora’.

Maçonaria Operativa

Em seguida, Dom Lara discorreu sobre a origem da maçonaria, na idade média, quando a sociedade civil se constituía de corporações, entre as quais se destacaram as associações religiosas e as de operários. Dentre as de operários tinha destaque especial a dos pedreiros, que, por causa dos seus serviços apreciados em edifícios públicos, especialmente em igrejas, gozava de certas prerrogativas, de isenções e de franquias. Daí a origem de franc-maçon, ou pedreiros livres. Todos eram profundamente religiosos e cada associação queria firmar seus alicerces na religião, que dominava a sociedade, a fim de garantir sua estabilidade e proteger seus membros, proporcionando-lhes bem-estar físico, desenvolvimento intelectual e eterna felicidade à alma.

Maçonaria Filosófica ou Especulativa

Citando vasta bibliografia consultada, Dom Lara lembrou que o pastor protestante James Anderson foi o responsável pela elaboração das “Constituições” maçônicas, que em 1723 foram adotadas pela Grande Loja de Londres, que havia sido fundada em 1717. Dom Lara não deixou de citar também que foi James Anderson que distinguiu a Maçonaria Operativa, já extinta àquela época, da Maçonaria Especulativa, que pretendia plasmar o século das luzes, tendo por base Liberdade, Fraternidade e Igualdade. A grande diferença entre as duas fases da Maçonaria, a Operativa e a Especulativa ou Filosófica, é que na segunda os ofícios (pedreiros, carpinteiros, etc) passaram a ser simbólicos. Em vez da construção de catedrais de pedra, o ideal devia ser a partir de então a edificação de catedrais humanas, ou homens ideais, para honra do Grande Arquiteto do Universo (Deus).

Aproximação

Já entrando na questão das divergências entre as duas instituições, Dom Lara lembrou que a partir do século XIX, mais precisamente em 1877, o Grande Oriente da França suprimiu de suas constituições o dever de acreditar em Deus e na imortalidade da alma, e admitiu em seus quadros irreligiosos e ateus, caindo na irregularidade. Em função disto, a Loja Mãe da Maçonaria, Grande Loja Unida da Inglaterra, cortou relações com ela e ainda as mantém cortadas.

Assim, constatado que o anticlericalismo e o anticatolicismo se verificam apenas na Maçonaria irregular e não são da essência da Maçonaria Universal, é cada vez mais forte o movimento de aproximação entre a Igreja Católica e a Maçonaria. Ainda segundo o Bispo, é neste contexto que devem se colocar os pronunciamentos da Igreja Católica após o Concílio Vaticano II.

Dom Lara citou ainda um trecho bíblico ... “não deixes tua mão esquerda saber o que a direita faz” (Mateus 6,3) para enaltecer uma das convicções dos maçons, que é a de praticar a filantropia sem dar publicidade ao ato. O que, segundo ele, é um princípio louvável. O Bispo foi enfático também ao afirmar que “muitas vezes a Maçonaria é vista como associação envolta em mistérios, segredos, como por exemplo, sinais para se identificarem como maçons; e isso faz com que muitos imaginem ou fantasiem coisas estranhas, ridículas e absurdas, como pactos com o diabo e coisas assim”.

Relação tensa

Ao discorrer sobre o relacionamento entre a Igreja e a Maçonaria, Dom Lara disse que “ao longo da história, aconteceu muita coisa que¸ infelizmente, devemos lamentar. As relações entre estas duas instituições foram tensas. Mas essas tensões não tinham a mesma intensidade em todas as regiões. Antes do Concílio Vaticano II o posicionamento da Igreja Católica em relação à Maçonaria era muito severo. O cânon 2335, do antigo Código de Direito Canônico, estabelecia excomunhão para quem ingressasse na Maçonaria ou em outras associações que maquinassem contra a Igreja ou autoridades civis legitimamente constituídas.

No atual código de Direito Canônico esta penalidade não consta. Aliás, a palavra Maçonaria não é conhecida no atual código de Direito Canônico. O cânon 1374 desse Código penaliza o católico que ingressar em associação que maquina contra a Igreja. Não se refere explicitamente à Maçonaria”, enfatizou o religioso.
Para Dom Lara, na Região Metropolitana do Vale do Aço as relações entre Igreja Católica e Maçonaria parecem tranqüilas, e que o Bispo Diocesano, Dom Odilon Guimarães Moreira tem a mesma impressão.

Ele citou ainda dois acontecimentos recentes que definem bem a boa relação entre as duas instituições. “Um que teve grande repercussão nacional, e mesmo fora do Brasil, a missa celebrada, no Natal de 1975, na Loja Maçônica Liberdade, de Salvador, pelo Emo. Sr. Cardeal Avelar Brandão Vilela, Arcebispo daquela cidade, já falecido. Naquela oportunidade, o Cardeal foi agraciado com distinta honraria da Maçonaria.

No ano seguinte, 1976, semelhante homenagem recebeu o Cardeal Arcebisbo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns”, destacou.

Mas Dom Lara deixa claro que a relação Maçonaria e Igreja Católica não é a mesma em todos os lugares, e que depende da orientação de seus responsáveis ou dirigentes. Segundo ele, coisa semelhante acontece com a Igreja Católica e Igrejas protestantes, citando como exemplo casos em que pretende-se realizar a celebração ecumênica de um casamento entre uma parte católica e a outra de religião cristã não católica. Há pastores que o permitem e há os que se opõem radicalmente a tal celebração.

Segundo ele, dentro da própria Igreja Católica, em questões não definidas pela doutrina ou autoridade da Igreja, a orientação ou decisão dos bispos não é sempre a mesma.

O Bispo Emérito da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano finalizou sua palestra com uma mensagem de união para os presentes: “o desejo ardente de Jesus Cristo é que todos sejam UM. E que todas as pessoas da terra se enlacem num grande abraço. Este sonho de Jesus Cristo deve encontrar eco e ressonância no coração de todos nós, seus seguidores. Ao longo da história sempre surgiram pessoas sensíveis ao projeto de Deus ao criar o homem e a mulher à sua imagem e semelhança”.

Para o presidente da Loja Maçônica União de Ipatinga, Ednaldo Amaral Pessoa, a visita de Dom Lara proporcionou momentos de rara felicidade a todos aqueles que compareceram à sessão. “A manifestação de Dom Lara foi simplesmente louvável, pois proporcionou oportunidade para que misticismos acerca da Maçonaria e da Igreja Católica fossem esclarecidos” destacou. Ednaldo destacou ainda que a mensagem de Dom Lara mostrou-nos a lição de que a relação com DEUS, para quem crê, é terapêutica e nos leva a viver a cura de nossas feridas interiores e físicas. Por fim, ressaltou que a presença de Dom Lara na Loja Maçônica demonstrou o quão grande é a sua coragem, restando constatada a erudição, sabedoria, inteligência e simplicidade, tão peculiar em Dom Lara.

A palestra de Dom Lara foi acompanhada por cerca de 200 pessoas, representantes de vários setores da comunidade, como Lions, Rotary, Judiciário, OAB e padres, além de membros de várias Lojas Maçônicas da região metropolitana do Vale do Aço.

A palestra despertou de tal forma o interesse da comunidade que a administração da Loja União de Ipatinga teve que colocar um telão no salão que antecede seu Templo para que várias pessoas não voltassem para casa sem assistir a palestra, visto que o interior do Templo já estava completamente lotado.

Ao final da cerimônia, Dom Lara foi homenageado com uma placa de agradecimento e reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade, bem como por seu desprendimento em realizar a inédita palestra.

Fonte: Jornal Vale do Aço

sexta-feira, 10 de julho de 2009

DOAÇÃO DE SANGUE

Recebi este e-mail do IR.'. Derildo e repasso a informação:




Prezados Irmãos, Cunhadas e Sobrinhos,

Solicitamos DOAÇÃO DE SANGUE (qualquer tipo) para atender ao Irmão EDSON NEVES SAID membro da ARLS Antônio Firmino Demuner que estará no sendo submetido a uma cirurgia cardíaca amanhã dia 09 de julho.



Pedimos a todos Irmãos, Cunhadas e familiares que possam ajudar, que procurem os Hospitais, Apart Hospital na Serra, Santa Rita, Praia do Canto e Clínicas em Vitória e Hospital Praia da Costa em Vila Velha e se identifiquem como doadores de EDSON NEVES SAID, pois o Banco de Sangue fará o registro em favor de nosso Irmão.



Favor também repassar a quem possa colaborar!



Desde já agradecemos pela demonstração de solidariedade!


Fraternalmente,

--
Luiz Sérgio de Freitas Castro
Tel.: (27) 3371-6244 -Cel.:(27) 9968-5641
http://omalhete.blogspot.com

terça-feira, 7 de julho de 2009

Educação

Só letrando.
Nada como uma tarde meio assim assim de sábado para nos impor certas regras flexíveis quanto ao “o que ver na tv” em tempos de apelações e baixarias –nem sempre nessa ordem- quando não haja a opção (?) dela -tv- por assinatura. Mas, entretanto, todavia, porém, eis que de repente surge do Huck, o pálido, não o verde, a surpresa digna de nota: decisão do programa quase homônimo ao título acima entre uma jovem pernambucana, um jovem cearense e um outro carioca. Todos de excelente nível e com a certeza da vitória no simpático concurso.
Certo estou de que todos os que vierem a ler essas laudas assistiram ou foram informados do justo desfecho ocorrido. Acho que só não esperávamos ver brotar da meiga segurança regada a simpatia e preparo mostradas pela aluna pernambucana um tão demodé e desusado gesto de reconhecimento solidário ao esforço daqueles que, até minutos antes, lhe eram adversários semânticos.
Ainda com o brilho dos que se superam no olhar, a nossa expert em última flor do lácio dispara: “Luciano, quero ceder 5 mil reais do que me cabe de prêmio para cada um dos finalistas”...
A educação humanizada traz no seu bojo formação desse quilate àqueles que dela saibam usufruir. A generosidade solidária e expontânea brota com mais força de corações e/ou mentes preparados para ter a exata noção entre o ter e o ser. Ela, a educação qualificada, pode tudo, inclusive salvar a tarde de sábado da mediocridade e do permissivismo selvagem vindos a nós por cabo, tv aberta ou em hd. Na reação assustada e sempre teatral ante as câmeras, demonstrada por milhões de nós ao ouvir e nem sempre nos sentir preparados para saber o significado e grafia de algumas das palavras selecionadas, constatamos o óbvio: só letrando, educando corretamente aos nossos jovens para fazer da leitura e da disciplina uma meta com total prioridade, poderemos esperar cidadãos que venham a ter no futuro inteligência emocional para assumir o destino dessa jovem pátria, mantendo inflexivelmente a cultura em alto nível e felizes por ter o coração sensível ao bem.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

VISITA A LOJA FAUSTO CARDOSO TOSCANO‏









ORIENTE DE BOA ESPERANÇA.

O IR. ISAAC É UM GRANDE INCENTIVADOR E MILITANTE JUNTO A ORDEM DEMOLEY NO MUNICIPIO DE PINHEIRO. É VM DA LOJA ...


colaboração do Ir.'.JORGE VALENTIM, que fez a visita.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

APRENDIZ


terça-feira, 30 de junho de 2009

Poema para Meu Filho


Puro amor de minha alma
Estrela linda e brilhante
De rostinho fascinante
Razão desse meu viver
Orgulho, carinho...bem querer.

Es toda a felicidade
Na minha vida meu filho
Razão de todo amor
Iluminando meus dias
Que Deus te abençoe pra sempre
Um anjo em forma de gente
Eu te amarei para sempre.

Suave riso inocente
Infinita admiração
Luz divina e reluzente
Voce meu filho querido
Amor... pulsar do meu coração

FELIZ ANIVERSÁRIO!


Autor: João Marcelo

sábado, 27 de junho de 2009

Frases Importantes Sobre a AMIZADE

"A confidência corrompe a amizade, muito contato a consome, o respeito a conserva." (Cícero)

"Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio ou atrapalha seu crescimento." (Alice Walker)

"Um amigo verdadeiro não te visitará na prosperidade a menos que o convides; mas quando estás na adversidade, visitar-te-á sem ser convidado."
(Autor desconhecido)

"É mais fácil perdoar a um inimigo do que a um amigo." (Dorothea Deluzy)

"A amizade mais profunda e dedicada pode ser ferida por uma pétala de rosa." (Nicolas Chamfort)

domingo, 14 de junho de 2009

Noite do Buteco

colaboração do Alberto video

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Internautas dizem sim ao ‘Aprendiz’ da BR 163



Articulação maçom ou vontade popular, a opção “eu apóio a instalação do monumento ‘O Aprendiz’ na BR 163 de Dourados”, foi a mais votada na enquete do Dourados News que esteve no ar desde a última segunda-feira (08).

Com 533 votos (53,68% do total de 993 votantes), a opção venceu quem foi contra a instalação (314 votos ou 31,62%). Houve ainda quem acha que pouco importa se a estátua foi instalada ou não. Foram indiferentes à instalação 146 pessoas (14,7%).

A estátua

Segundo Jules Boucher, no livro “La Symbolique maçonnique”, da editora “Dervy” (1990), a estátua representa que o “Aprendiz”, como são chamados os novos membros da maçonaria, necessita obter conhecimento e trabalhar simbolicamente o suficiente para poder passar ao grau de “Companheiro”.

Com os conhecimentos ele iria subindo nos graus de conhecimentos maçons. Segundo o livro, “tradicionalmente, durante todo o tempo que se está no estado de Aprendiz não lhe é permitido falar em ‘Loja’ e ele só o fará em momento oportuno e em algumas ‘Obediências Maçônicas’ quando for ‘Companheiro’.

Em Dourados a estátua está instalada no na rodovia BR-163, no trevo de entrada da cidade. A estátua foi uma produção do escultor campo-grandense Erandes Rodrigues. A construção custou cerca de R$ 15 mil, pagos pelos maçons, que pagaram ainda o aterramento, a construção da base de concreto, a pintura, a iluminação e ajardinamento.

Não agradou à todos

A instalação do monumento não agradou a todos em Dourados. O Conselho de Pastores Evangélicos de Dourados – Conped, por exemplo, se manifestou por meio de nota, onde mostra seu “descontentamento com a colocação de monumentos de qualquer seguimento da sociedade em locais públicos”.

“Imaginemos como ficaria a nossa cidade se cada seguimento social colocasse em algum lugar público um monumento que representasse alguma ideologia particular, calculando o imenso número de segmentos religiosos, sociais, filantrópicos, livres pensadores, entre outros, com certeza faltaria espaço físico público para se colocar tantos monumentos”, dizem eles.

Eles dizem que poderia haver ainda “poluição visual que tantos monumentos trariam à nossa cidade”. “Enquanto as grandes cidades estão na direção da limpeza visual, nós estamos na contra mão da idéia enchendo nossa cidade de monumentos”, escreveram os pastores.

A sugestão dos religiosos é para que “qualquer segmento da sociedade colocasse monumentos que expressem suas idéias ou pensamento em área particular e não pública deixando de agredir assim as demais instituições municipais".

Brincadeira

Nas rodas políticas, o “Ervateiro”, estátua retirada do centro da cidade pelo prefeito Ari Artuzi, era chamada de forma irônica e descontraída de “João Grandão”, em alusão ao político petista que foi deputado federal pela região da Grande Dourados, por causa do tamanho e da cor da pele, quase negra, como a do ex-parlamentar.

Agora, a coluna “Antenado” do site “Dourados Informa” já batizou “O Aprendiz”. Segundo a coluna, “os evangélicos não gostaram da construção do monumento ‘O Aprendiz’, ou “Artuzão”, na entrada da cidade”.

Já o jornalista Waldemar Gonçalves, o Ruço (com “ç” mesmo), sugeriu que fosse chamado de “Arizão”, porque “Artuzão” seria aumentativo de “Artur”. Independente do nome, o monumento foi inaugurado no último dia 06 de junho.

http://www.douradosnews.com.br/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Exaltação em Nova Venécia

video

filmado pelo José Augusto

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Amanhã é Feriado!

terça-feira, 9 de junho de 2009

FESTA NA "CARIDADE"

José Augusto dando show! video

Exaltação em Nova Venécia

video

Fizemos a minha exaltação e do Valentim lá em Nova Venécia, prestigiando os irmãos de lá. Alugamos uma Van e fizemos um ótimo passeio. Foi super divertido. Precisamos fazer outras aventuras como esta!

PIADEX

Hospital psiquiátrico - O teste da banheira


Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?


Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie.


De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.


- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.


- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?


Dedicado a todos que escolheram o balde..


A vida tem muito mais opções...

E muitas vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos.


contribuição do Ir.'. Eduardo

quarta-feira, 3 de junho de 2009

DURA CONCLUSÃO‏

DEUS CRIOU O BURRO E DISSE:
Trabalharás incansavelmente de sol a sol, carregando fardo nos lombos.
Comerás capim , não terás inteligência alguma e viverás 60 ANOS.
SERÁS BURRO
O BURRO RESPONDEU:
Serei burro, mas viver 60 ANOS é muito, Senhor. Dá-me apenas 30 ANOS
Deus lhe deu 30 ANOS.

DEUS CRIOU O CACHORRO E DISSE:
Vigiarás a casa dos homens e serás seu melhor amigo.
Comerás os ossos que ele te jogar e viverás 20 ANOS.
SERÁS CACHORRO
O CACHORRO RESPONDEU:
Senhor, comerei ossos, mas viver 20 ANOS é muito.
Dá-me 10 ANOS.
Deus lhe deu 10 ANOS.

DEUS CRIOU O MACACO E DISSE:
Pularás de galho em galho, fazendo macaquices, serás divertido e viverás 20 ANOS.
SERÁS MACACO
O MACACO RESPONDEU:
Senhor, farei macaquices engraçadas, mas viver 20 ANOS é muito.
Dá-me apenas 10 ANOS.
Deus lhe deu 10 ANOS.

DEUS CRIOU O HOMEM E DISSE:
Serás o único ser racional sobre a face da Terra, usarás tua inteligência para te sobrepores aos demais animais e à Natureza.
Dominarás o Mundo e viverás 30 ANOS.
O HOMEM RESPONDEU:
Senhor, serei o mais inteligente dos animais, mas viver 30 ANOS é muito pouco.
Dá-me os 30 ANOS que o BURRO rejeitou, os 10 ANOS que o CACHORRO não quis, e também os 10 ANOS que o MACACO dispensou.
E ASSIM DEUS FEZ O HOMEM ....
Está bem...
Viverás 30 ANOS como HOMEM.
Casarás e passarás a viver 30 ANOS como BURRO, trabalhando para pagar as contas e carregando fardos. Serás aposentado pelo INSS, vivendo 10 ANOS como CACHORRO, vigiando a casa.
E depois ficarás velho e viverás mais 10 ANOS como MACACO, pulando de casa em casa, de um filho para outro, e fazendo macaquices para divertir os NETOS...

sábado, 30 de maio de 2009

Um ano faz; eu me lembro tão bem como foi ...

Sábado de sol e harmonia.
Como as imagens dispensam palavras - tão mal controladas por mim - opto por anexar um arquivo documento de instantes de fraternidade explícita.
video

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Piadex Muito Boa!

Frase certa , na hora certa.......

Acordei com uma BAITA ressaca e do lado da cama, tinha um copo d'água e duas aspirinas.

Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada.

O quarto estava em perfeita ordem.

Havia um bilhete de minha mulher: - Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.


Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim.

Perguntei ao meu filho: - O que aconteceu ontem?

- Bem, pai, vc chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, mijou na cristaleira antes de chegar ao
quarto.

- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas
para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?

- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a
sua calça, você gritou:

- NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO!!!


CONCLUSÃO:
- Ressaca - 70,00 reais
- Móveis destruídos - 1.200,00 reais
- Café da manhã - 10,00 reais

- Dizer a frase certa no momento certo - NÃO TEM PREÇO!!

UTILIDADE PÚBLICA!

Progesterex (Droga do estupro e esterilidade irreversível)


Para que as baladeiras de plantão fiquem atentas
Rivotril é fichinha perto desse...

A QUE PONTO CHEGAMOS...

ESTÁ NA MODA A DROGA DO ESTUPRO.

Advertência sobre uma nova droga que está na moda!!!

Homens, passem isso às suas amigas, namoradas, filhas e mulheres.
Pais, alertem os seus filhos e filhas!

As pessoas que costumam freqüentar discotecas ou lugares semelhantes, devem ter muito cuidado e ficar alerta quando alguém oferecer-lhes uma bebida.

Há uma nova droga que está na moda e que se chama 'Progesterex'. Esta droga está sendo utilizada por violadores em festas para abusar das suas vítimas.

Já existem vários relatos envolvendo essa droga, principalmente com garotas, que no dia seguinte se lembram apenas de terem entrado na boate e depois disso mais nada.
Como o caso de uma jovem que foi a um bar com as amigas e depois de ter tomado uma bebida no copo errado sumiu sem avisar, e no outro dia amanheceu em um quarto de motel totalmente nua, entre quatro homens desconhecidos.
Apavorada e sem conseguir se mover (pois como a droga inibe o sistema nervoso central, ela provoca a paralisia parcial nas pernas por até 8 horas após o fim da amnésia). Quando teve condições ligou para que seu noivo fosse buscá-la, depois do exame de corpo delito, foi encontrado esperma de oito (8) homens diferentes que mantiveram relação sexual com ela naquela noite enquanto estava desacordada.

Progesterex é utilizada por veterinários para
esterilizar animais grandes.

Diz-se que essa droga se usa em conjunto com Rophynol , uma droga que ao ser dissolvida em qualquer bebida, produz amnésia (a vítima não se recorda de nada do que se passou!!!).

Progesterex, que também se dissolve facilmente serve
para evitar a gravidez.

Desta forma, o violador não tem que se preocupar com testes de paternidade para ser identificado meses depois.
"Atenção"

Os efeitos do Progesterex NÃO são temporários.

Qualquer mulher que tome isso, JAMAIS, entenda-se bem, JAMAIS poderá ter filhos!!!

Essas pessoas sem escrúpulos conseguem obter este produto muito facilmente em qualquer Faculdade de Veterinária.

Também é utilizada para roubos, a homens ou mulheres, ou mesmo para tirar um órgão humano para tráfico de órgãos!

O Progesterex está sendo divulgado em muitos lugares havendo até mesmo sites que ensinam a usá-lo.

POR FAVOR, ENCAMINHEM A TODOS OS SEUS AMIGOS,
EM ESPECIAL ÀS MULHERES!

Não custa nada e pode evitar problemas...

Por favor, não poupem esforços, DIVULGUEM!!!

CONTRIBUIÇÃO DO Ir.'. Eduardo Cebola

terça-feira, 28 de abril de 2009

À mesa




Reunião do departamento feminino da loja no último sábado teve a presença das cunhadas Elane, Eliane, Nilza, Lica, Dalzi, Alexandra, Lígia, Margareth e Jô.
O clima, como sempre, foi de total camaradagem e responsabilidade com os assuntos prèviamente agendados. Na oportunidade cada uma das presentes recebeu sua agenda com os contatos num lay out de muito bom gosto e praticicidade (vide acima), sendo que aquelas que por venbtura não puderam se fazer presentes a receberão também para terem dessa forma uma agilidade maior para se comunicar.
O local escolhido foi na Monte Líbano da Praia do Canto.

sábado, 11 de abril de 2009

O energúmeno e a dita"branda".

Antônimo
Sou de 50 e filho de funcionário da RFF/LEOPOLDINA.
Lembro com horror do dia em que meu pai chegou do trabalho apos viajar tres dias pelo interior do estado do Rio levando pela railway o progresso e civilização via trilhos, objetivo daquela instituição.
64. 1º de abril, que de primeiro de abril nada tinha...Aos prantos e claramente temeroso nos dava conta da forma trunculenta como estavam sendo tratados seus colegas de categoria, mormente os ligados ao sindicato, pelos rights. Alguns algemados no pátio da estação em Niterói, aquela mesma onde pouco tempo atraz abrigara as cenas de desespero no incêncdio provocado no circo, com a diferença agora que no lugar dos corpos carbonizados jaziam homens de bem cuja grande ameaça era fazer parte de uma instituição organizada em prol de sua (deles) classe funcional. Era o princípio do fim.Estudava eu no SENAC de Niteroi, ginasiano e já sendo ameaçado com os gritos nada folclóricos como pensam alguns hoje de C I R C U L A N DO ! ! ! em plena Amaral Peixoto, a bem (sic) de uma ordem mais trunculenta que ordeira. PE montada em cavalos que aos olhos de meninos na faixa dos catorze pareciam ter 3 metros de altura ... Depois o silêncio imposto; o progresso duvidoso; o futuro incerto e, lamentàvelmente, a impotência civil. Nessa mixórdia tupiniquim me dá no ouvido um acorde via voz, flauta e violão chamando para a fuga da catarse : & Essa cova em que estás, com palmos medida é a conta maior que tiraste em vida ... &. Daí fez-se a luz, havia algo de marca no reino da Dinapodre, e, o mais importante, jovens como eu que amavam beatleserolintones mas acima de tudo o BRASIL e, como tal, jamais iriam se calar. Grão dessa montanha de consciências amordaçadas, tomei minha decisão solitária de não me deixar emprenhar pela trompa de eustáquio e fui pro meio da rua, na contramão da ponte dos suspiros assobiando e divulgando sempre que coubesse o toque de silêncio à indignação, arquitetado para deixar "a roda triste, a roda muda, em volta lá da televisão".
Muitos sacos de cimento depois, muito provavelmente nascido de alguma cabecinha vazia de cabelos grisalhos e de ideais, com certeza, tenho que conviver agora com essa pústula prelada em forma de jornal que sequer consegue ser autêntico em sua (dele) malfadada manchete supracitada -que me recuso a transcrever- desconhecendo que o antônimo de duro (a) é, escriba idiota, macia/mole. Mas, como nada nos escapa quando temos tatuado n'alma as cicatrizes desse tempo, &página infeliz da nossa história&, vamos prá cima deles, refrescando ou simplesmente atualizando-os da verdade nua. E crua.Cito, para finalizar, Sérgio Sampaio: & se voce, quizer saber quem custa menos; quizer saber quem sabe mais: leia os classificados publicados nos jornais, ou então, entre na fila !!!&
deo

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Pesquiza autorizada

Estou enviando para vocês, um Link de acesso a todas as revistas Veja editadas pelo Abril nesses últimos 40 anos. Da capa à contracapa, incluindo todas as páginas. É um trabalho impressionante e creio que servirá como fonte de consulta e garimpagem de dados para efetivação de eventuais trabalhos de pesquisa. Todas as edições de VEJA poderão ser consultadas na íntegra na web. A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet. Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968. O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse. O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias. Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos. Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre o Editor Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. O banco Bradesco patrocinou a iniciativa. Recomendem e repassem (se for o caso) aos seus filhos, familiares e amigos.

quarta-feira, 18 de março de 2009

SER MAÇOM‏

O carro de um vendedor que viajava pelo interior quebrou e conversando com um fazendeiro de um campo próximo eles descobrem que são "Irmãos".

O vendedor está preocupado porque ele tem um compromisso importante na cidade local.

-"Não se preocupe, diz o fazendeiro, você pode usar meu carro. Vou chamar um amigo e mandar consertar o carro enquanto você vai ao seu compromisso."

E lá foi o vendedor e umas duas horas mais tarde ele voltou, mas infelizmente o carro precisava de uma peça que chegará somente no dia seguinte.

- "Sem problemas", diz o fazendeiro, "use meu telefone e re-programe seu primeiro compromisso de amanhã, fique conosco hoje e providenciaremos para que seu carro esteja pronto logo cedo!"

A esposa do fazendeiro preparou uma jantar maravilhoso e eles tomaram um pouco de malte puro em uma noite agradável.

O vendedor dormiu profundamente e quando acordou, lá estava seu carro, consertado e pronto para ir.

Após um excelente café da manhã, o vendedor agradeceu a ambos pela hospitalidade.

Quando ele e o fazendeiro caminhavam para seu carro, ele se voltou e perguntou:

- "Meu irmão, muito obrigado, mas preciso perguntar: você ajudou-me desta forma porque sou Maçom?"

"Não", foi a resposta.

- Eu ajudei você porque EU SOU MAÇOM.


contribuição do Ir.'. Sebastião Alves

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

CASA DO MAÇOM

Iniciativa da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Fraternidade Paulista, foi inaugurada, em 27 de abril de 2008, na localidade de Barretos, Estado de São Paulo, Brasil, a Casa do Maçom "João Baroni", que recebe pacientes de várias cidades do país. O espaço oferece hospedagem a maçons e familiares de todo o Brasil, que se encontrem em tratamento no Hospital de Câncer da Fundação Pio XII, de Barretos. Localiza-se na rua Paraguai, nº 1.800, a cerca de 800 metros do Hospital.

A cerimónia de inauguração reuniu representantes das Maçonarias de vários Estados, bem como o Venerável Mestre da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Fraternidade Paulista e membros das várias Lojas Maçónicas de Barretos.

A casa é formada por onze apartamentos totalmente mobiliados, apropriados para receber pacientes com acompanhantes. Cinco deles são adaptados para utilizadores de cadeira de rodas. O espaço conta ainda com receção, lavandaria, área de convívio, sala de TV, cozinha e refeitório, num terreno de 1.100 m2, com um total de 460 m2 de área construída.

A casa, concebida com base nos símbolos usados na Maçonaria (esquadro, compasso e régua), foi projetada pelo engenheiro André Ponciano, colaborador do projeto. A construção foi realizada no período de dois anos. A primeira pedra foi colocada no dia 23 de abril de 2006.

(Informação obtida através de mensagem de divulgada no Grupo Maçônico Orvalho do Hermon e pesquisada nos sítios da A.R.L.S. Fraternidade Paulista e A.R.L.S. Cavaleiros de São João, n.º115)

Rui Bandeira

POSTADO NO BLOG: apartirpedra.blogspot.com

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Teoria dos búfalos‏

Muito Coerente...

TEORIA DO BÚFALO
Quando uma manada de búfalos é caçada, só os búfalos mais fracos e lentos, em geral doentes, que estão atrás do rebanho, são mortos primeiro.
Essa seleção natural é boa para a manada como um todo, porque aumenta a velocidade média e a saúde de todo o rebanho, pela matança regular dos seus membros mais fracos.
De forma parecida opera o cérebro humano: beber álcool em excesso, como nós sabemos, mata neurônios, mas, naturalmente, ele ataca os neurônios mais fracos e lentos primeiro.
Neste caso, o consumo regular de cerveja, cachaça, whisky, vinho, rum, vodka, elimina os neurônios mais lentos, tornando seu cérebro uma máquina mais rápida e eficiente.
E mais:
23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo de álcool.
Isto significa que os outros 77% dos acidentes são causados pelos filhos da puta que bebem água, suco, refrigerante ou outras porcarias!
Colabore!
Seja inteligente!
JÁ PRO BUTECO!!!

contribuição do nosso Ir.'. Benzão. Rsrsrsrsrsrs

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

RELAÇÃO DE MAÇONS ELEITOS

GOVERNADORES
DF - José Roberto Arruda
RR - Ottomar Pinto

SENADORES
RR - Mozarildo Cavalcante
PR - Alvaro Dias
DF - Gim Argello - ARLS "Areópago de Brasília" nº 3001 - GODF/GOB - REAA - 1º Suplente do Senador Roriz.
PB - Cícero Lucena - ARLS Regeneração do Norte, GLEP - PB.

DEPUTADOS FEDERAIS
BA
Jorge Khoury - ARLS Harmonia e Amor, 12 – GLEB
Raimundo Veloso - ARLS Regeneração Sul Baiana - GOEB / GOB
Roberto Britto - ARLS União Beneficente – GLEB

ES
Welington (Lelo) Coimbra - PMDB - GLES

MG
Narcio Rodrigues - PSDB - ARLS FRATERNIDADE MINEIRA II, Nº 030 - GOMG - REAA
Paulo Piau Nogueira - ou PPS - ARLS IRMÃOS DO TRIÂNGULO, Nº 096 - GLMMG REAA

RR
Chico Guerra
Raul Lima

SC
Djalma Berger

SP
Antonio Carlos Pannunzio
Duarte Nogueira
Jose Eduardo Cardoso (SOBRINHO)
José Mentor (irmão carnal do nosso Ir Assis Mentor da Loja União Paulista)
Nelson Marquezelli
Marcio França - ARLS Estrela Vicentina. GOSP/GOB
Michel Temer
Regis de Oliveira
Sivinho Peccioli - PÁTRIA, EDUCAÇÃO E CULTURA N° 512 – GLESP
Wanderlei Macriz
William Woo

DEPUTADOS ESTADUAIS
MG
Fahim Miguel Sawan - PSDB - ARLS AVENIR MIRANZI, Nº 113 - GOMG - REAA

PA
Cézar Colares – PMDB

RJ
André Corrêa – PPS
Paulo Ramos – PDT

SC
Jorginho Mello
Marcos Vieira
Joares Ponticelli

SP
Antônio Carlos da Silva - ARLS União das Américas - GOSP/GOB
Aldo Demarchi
Estevan Galvão
Major Sergio Olimpio Gomes


Perfil do Ir.: Álvaro Dias, senador pelo Paraná, e que comparece a 97% das Sessões do Senado:

Melhor governador do Brasil (1987-1991), segundo o DataFolha, e melhor senador do País em 2006, escolhido em votação promovida pelo site Congresso em Foco (mais de 5 milhões de votantes), Álvaro Dias, que está no terceiro mandato como senador, também foi considerado pelo DIAP um dos "Cabeças do Congresso". Em 2007 foi apontado pela Consultoria Arko Advice um dos políticos mais influentes do País e recebeu o Prêmio Congresso em Foco por assiduidade. Ex líder da oposição e presidente das CPIs do Futebol e da Terra, hoje ele é Vice-Presidente do Senado Federal.

Veja mais: http://senadoralvarodias.blogspot.com/ e http://www.alvarodias.com.br/

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A VERDADEIRA DATA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL





FOTO 1:
Bandeira do Brasil Reino

FOTO 2:
Cerimônia de Aclamação de Dom Pedro I

FOTO 3:
Bandeira do Brasil Império


I - Introdução




O intuito desse artigo não é o de demolir a data do Sete de Setembro, quando se comemora a Independência do Brasil – data magna da nacionalidade, em um país tão pobre de símbolos nacionais. Busca-se, no entanto, repor e reconstituir a imagem de uma realidade histórica que, a nosso ver, sofreu um distorção muito grande, principalmente entre os historiadores maçônicos. Podemos, devemos – e ai de quem assim não o fizer – continuar a enaltecer o fato e nos emocionar com o Grito do Ipiranga.

Os maçons brasileiros são detentores de informações estratégicas dos acontecimentos da Independência do Brasil, pelo fato de a maçonaria da época estar imbricada com o desenrolar íntimo dos acontecimentos. Em linguagem moderna, pode-se afirmar que a maçonaria era a vanguarda do movimento da Independência do Brasil. Com a inexistência de partidos políticos para articular, coordenar e mobilizar o povo e as elites, a maçonaria agiu, individual e institucionalmente, como um verdadeiro partido político da Independência. Os maçons daquela época juravam, ao ingressar na maçonaria, além dos juramentos de praxe, o de realizar a independência do Brasil.

Esse artigo visa, pois, reconstituir historiograficamente, o verdadeiro desenrolar dos acontecimentos para que os historiadores maçônicos e os maçons do Grande Oriente do Brasil – guardiães das atas da fundação do Grande Oriente do Brasil – possam bem entender para, conscientemente, reverenciar o que se passou naqueles conturbados dias. Nós estávamos tão perto dos acontecimentos que temos a obrigação e o dever moral de dar à Nação a nossa visão dos acontecimentos.



II – Sarna para se coçar



Estava preparando uma palestra sobre o “Sete de Setembro e a Maçonaria” para minha loja Eqüidade & Justiça nº 2336 quando fui trocar idéias com meu Ir\e confrade Alberto Ricardo Schmidt Patier, maçonólogo erudito e heraldista emérito, em busca de possível ângulo novo para abordagem do assunto. Disse a Patier estar investigando sobre as cores da Bandeira Nacional adotadas após o 7 de Setembro. Informa-se no ensino fundamental, que o verde representa nossas florestas e o amarelo é o ouro de nossas minas. A verdade, contudo, manda-nos dizer que o verde é a cor da Casa dos Braganças e o amarelo é a cor dos Habsburgos, de que provém a Imperatriz Dona Leopoldina. Pesquisava-se a proveniência do amarelo. Como a cor da Casa de Lorena foi encrustada no Império Austro-Húngaro? O casamento de Francisco Estevão, duque de Lorena e arquiduque da Toscana com a Imperatriz Tereza Cristina, nos primórdios do século XVIII, levou a cor amarela para a Casa de Áustria. Convém ainda salientar que o duque de Lorena foi o primeiro príncipe de sangue real a ser iniciado na maçonaria no continente europeu em 1731 e teve, como iniciante, o nosso Desaguliers quando encontrava em Haia, na Holanda (Carvalho, pg. 24).

Herr Patier sugeriu-me, entretanto, estudar a heráldica da época da Independência já que lá estavam alguns aspectos que os historiadores, maçônicos ou profanos, por não mais dominarem a arte e a ciência da heráldica, não dispensaram a elas a devida atenção.

Sobre o assunto, indicou-me um arguto artigo da editoria de pesquisa do jornal maçônico Egrégora nº 9 de jun/ago de 1995 intitulado Independência e Bandeiras. Tempos depois, descobri ser o artigo da lavra de Herr Patier que, por excesso de modéstia, não quis assiná-lo.

Armado dessa munição heráldica, pude, agora reconstituir alguns fatos que, iluminados por esse velho/novo holofote, conseguem dar sentido aos acontecimentos da época. Presume-se, serem eles inusitados e originais não só para os historiadores maçônicos como também para os profanos.



III – O Cerne da Questão



Dizem os mais místicos que Deus (ou o diabo) posta-se onde se cruzam as informações. Os grandes avanços militares da II Guerra Mundial se deram quando se ligou infantaria + aviação. Da aviação embarcada, resultou o avanço do pára-quedismo; da infantaria + marinha desenvolveu-se a tropa anfíbia e assim sucessivamente. A secretária de um Presidente interliga muito mais informação do que um Ministro ou o Diretor de uma firma e, portanto, por deter mais dados, possa talvez, se souber usá-los, obter poder imensurável.

A verdadeira pergunta, pois, há de ser a seguinte: a independência do Brasil se deu realmente no dia 7 de Setembro ou no dia 12 de Outubro, data da “Aclamação de D. Pedro”?

Liga-se, doravante, a questão acima a outra de cunho mais heráldico: durante o Brasil Império (1º e 2º) houve uma ou duas Bandeiras e Armas Nacionais?

Pensa-se que ao responder à segunda pergunta, ilumina-se magistralmente, como nunca, a primeira questão.

Desde a vinda da Família Real portuguesa em 1808, o Brasil começou seu processo de independência do Reino de Portugal. A data da abertura dos portos do Brasil ao comércio direto com as nações amigas, em 28 de janeiro de 1808, em Carta-Régia assinada pelo Príncipe-Regente D. João, pode ser vista como o marco inicial nesse processo de independência.

O segundo marco, importantíssimo, no processo, foi a elevação do Brasil a Reino Unido a Portugal e Algarves, com direito à bandeira e ao escudo, eliminando-se, pelo menos formalmente, o status colonial, devido à carta de lei de 13 de maio de 1816, assinada, já agora pelo rei D. João VI, e que, segundo um comentário de Varnhagen, (História Geral do Brasil, vol.V, pg. 140) depreende-se o seguinte:



“Dando-lhe por armas a esfera armilar manuelina, com as quinas, armas que já encontramos no século anterior, v.g. em moedas da África portuguesa de 1770 (1/4 de macuta). Por carta de lei de 13 de Maio de 1816: I – Que o Reino do Brasil tenha por Armas huma Esféra Armillar de Ouro em campo azul. – II - Que o escudo Real Portuguez, inscrito na dita Esféra Armillar de Ouro em campo azul, com huma Corôa sobreposta, fique sendo de hoje em diante as Armas do Reino Unido de Portugal, e do Brasil, e Algarves, e das demais partes integrantes da Minha Monarquia. III – Que estas novas Armas sejão por conseguinte as que uniformemente se hajão de empregar em todos os Estandartes, Bandeiras, Sellos Reaes, e Cunhos de Moedas, assim em tudo mais, em que até agora se tenha feito uso das Armas precedentes”.



Nem bem se passaram cinco anos da criação da bandeira e do escudo criado por D. João VI e, ainda em 1821, as Cortes Constituintes Portuguesas decretaram que o campo da Bandeira do Reino Unido fosse azul-e-branco, “por serem as cores do escudo de D. Henriques”. E mais, considerado aqui um acinte para os brasileiros, que dela se eliminasse a esfera armilar, como se a Bandeira Constituinte não representasse mais o Reino Unido ou dele fosse excluído o Reino do Brasil. A volta de D. João VI a Portugal em 3 de julho de 1821 precipitou os acontecimentos no Brasil.

O ‘Fico’ em 9 de janeiro de 1822, um ato de rebeldia de D. Pedro em relação às Cortes opressoras de Lisboa e não a seu pai que era, também, virtual prisioneiro das mesmas, inclui-se no mesmo processo de independência.



IV – A Heráldica Ilumina a História



Em 7 de setembro, quando D. Pedro regressava de Santos, ao receber às Margens do Riacho do Ipiranga, os Correios da Corte, com as últimas notícias em relação à sua figura e ao Brasil - e com as cartas da princesa Leopoldina e de José Bonifácio -, irado, teria proferido o Grito que separava o Reino do Brasil do de Portugal.

Ainda no dia 7 de setembro, D. Pedro foi aclamado no Teatro da Ópera de São Paulo, com três “Viva o Primeiro Rei do Brasil”. Retorna ao Rio de Janeiro na noite de 14 de setembro.

O processo de independência havia galgado mais um degrau, mas ainda não estava completo, pois em todos os decretos, alvarás, provisões e demais diplomas governamentais até o dia 12 de outubro, quando aí sim é proclamado Imperador, inclui-se sempre a seguinte fórmula: “...o Reino do Brasil, de quem sou o Regente e Perpétuo Defensor...” ou ainda “com a rubrica de sua Alteza Real o Príncipe-Regente.

Em 18 de setembro de 1822 exara-se o decreto que determina a adoção do Brasão de Armas e da Bandeira Nacional do novo Reino. Não se deve esquecer de que as Cortes tinham rebaixado o Reino do Brasil, pelo menos, na Bandeira da Constituinte. O Príncipe-Regente deveria instituir nova Bandeira, mas tudo sob a tutela de seu Augusto Pai. Uma Nação com Dois Reinos. A ruptura total só viria a acontecer em 12 de outubro. A heráldica esclarece esse processo gradativo de independência de maneira exemplar, como se pode observar pela sua íntegra:



Havendo o Reino do Brasil, de quem sou Regente e Perpétuo Defensor, declarado sua Emancipação Política, entrando a occupar na Grande Família das Nações o lugar que justamente lhe compete como Nação Grande, Livre e Independente; sendo por isso indispensável que elle tenha hum Escudo Real D’Armas, que não só o distingão das Armas de Portugal e Algarves até agora reunidas, mas que sejão características deste rico e vasto continente; e Desejando Eu que se conservem as Armas que a este Reino forão dadas pelo Senhor Rei Dom João VI, Meo Augusto Pay, na Carta de Ley de 13 de Maio de 1816 e ao mesmo tempo Rememorar o primeiro Nome que lhe foi imposto no seu feliz Descobrimento e Honrar as dezenove Províncias comprehendidas entre os Grandes Rios, que são seus limites naturaes e lhe formão sua integridade que Eu Jurei sustentar: Hey por bem, e com o Parecer de Meo Conselho d’Estado, Determinar o seguinte: - Será d’ora em diante o Escudo deste Reino do Brasil, em campo verde huma esphera Armilar de ouro atravessada por uma Cruz da Ordem de Christo, sendo circulada a mesma Esphera de dezenove Estrelas de prata em uma orla azul; e firmada a Coroa Real Diamantina sobre o Escudo, cujos lados serão abraçados por dois ramos das plantas de Caffé e Tabaco, como Emblemas de sua riqueza comercial, representados na sua própria cor e ligados na sua parte inferior pelo Laço da Nação. A Bandeira Nacional será composta de hum paralellogramo verde e nelle inscripto hum quadrilátero rhomboidal côr de ouro, ficando no centro deste Escudo das Armas do Reino do Brasil. – José Bonifácio de Andrada e Silva, do Meo Conselho de Estado e do Conselho de Sua Magestade Fidelíssima o Senhor Rey Dom João Sexto e Meo Augusto Pay, e Meo Ministro e Secretário de Estados de Negócios do Reino e Estrangeiros, o tenham assim entendido e faça executar com os Despachos necessários. – Paço em 18 de setembro de 1822. – (ass.) Príncipe-Regente. – José Bonifácio de Andrada e Silva. (Col. De Leys do Brasil de 1822).

Bandeira do Brasil Reino







Fica claro por este decreto que o Reino do Brasil não aceita o guante das Cortes Constitucionais de Lisboa, Possui agora uma Coroa Real Diamantina, tornando impossível a volta do Reino ao status de Colônia, o Príncipe-Regente governa em nome do Senhor Rey D. João VI que, dependendo da pressão nacional e popular poderá cortar os laços que o unem ao Seo Augusto Pay. Precisava, pois, cavalgar a pressão da maçonaria radical de Gonçalves Ledo sem esquecer o brocardo de Nabuco: “Não se faz a revolução sem os radicais, mas não se governa com eles”. Como já tinha sido eleito Arconte-Rei no Apostolado de José Bonifácio, trata-se agora de ser Grão-Mestre da Maçonaria do arraial do Ledo. É o que consegue, pois, antes do dia 12 de outubro, a 17ª Ata do Grande Oriente do Brasil diz ter ele tomado posse como Grão-Mestre. Deixa-se de apresentar a data, uma vez que os historiadores maçônicos e profanos não chegaram a um acordo sobre o calendário utilizado “pois todo mundo mexe naquela folhinha”. Qual a verdadeira data: 28 de setembro, 4 ou 7 de outubro? Deixa-se o esclarecimento para o futuro. Importa é que nenhuma ata após o 7 de setembro até a última (19ª) faz menção ao mesmo. Tal fato deixa os historiadores maçônicos atônitos, pois não souberam usar a heráldica para explicar os acontecimentos.

No dia de seu natalício, D. Pedro foi aclamado Imperador com pompa e circunstância – o 12 de outubro de 1822 – data da verdadeira independência urbe et orbi. Exarou o seguinte decreto, publicado no dia seguinte:



Hey por bem Ordenar que, da data deste para o futuro, se use nos ditos Tribunaes e mais Repartições Públicas geralmente do título de Magestade Imperial, quando no expediente dos Negócios se referem à minha Augusta Pessôa; que nas Provisões se principie pela formula seguinte: Dom Pedro, pela Graça de Deos e unanime acclamação dos povos, Imperador Constitucional e Defensor dos povos; Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Império do Brasil; Faço saber, etc. – E que nos Alvarás se use da seguinte: Eu, o Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil; Faço saber, etc. Os ditos Tribunaes, Repartições e Autoridades constituídas, a quem pertencer a execução deste Meo Decreto Imperial, o tenhão assim entendido e fação executar. – Paço em 13 de outubro de 1822. (Ass.) O Imperador. José Bonifácio de Andrada e Silva. (Col. De Leys do Brasil de 1822).



Agora sim, o ex-Príncipe-Regente assumira a sua condição de Imperador e cortara, definitivamente os laços que o amarravam a Seo Augusto Pay. Daí em diante, aclamado, apropria-se de todas as funções de estadista autônomo e independente. Não há de se esquecer do clima conturbado que a recém-nação estava vivendo: os mineiros irriquietos; as tropas portuguesas em pé-de-guerra, principalmente as do Brigadeiro Madeira, um ramo maçônico republicano à espreita de melhores dias; diversas províncias não tinham ainda respondido ao apelo imperial. Em suma, as lealdades ainda estavam divididas. Numa das cartas recebidas às margens do Riacho do Ipiranga no 7 de setembro, a princesa Leopoldina alertava: “(...) As notícias de Lisboa são péssimas: 14 batalhões vão embarcar nas três naus; mando-se imprimir suas cartas, e o povo lisbonense tem-se permitido toda a qualidade de expressões indignas contra sua pessoa; na Bahia entraram os 600 homens e duas ou três embarcações de guerra; e nossa traidora Esquadra ficou de boca aberta olhando para elas. Na cidade do Rio têm produzido estas notícias o maior alvoroço. – Os Ministros de Estado lhe escrevem esta carta aqui inclusa e assentou-se não mandar os navios para o Sul, porque o Lecor se desmascarou como Maroto, e era capaz de embarcar a tropa para Santa Catarina; a sua vinda depois decidirá se sempre quer mandá-los” (Varnhagen, pg. 212). Imagine-se o que se passava no coração e na mente de um jovem que acabara de completar 24 anos no dia de sua aclamação.

Finalizando, para apagar o holofote heráldico, no dia 1 de dezembro, data de sua coroação como Imperador, D. Pedro assinou seu primeiro decreto substituíndo a Coroa Diamantina pela Coroa Imperial e estabelecendo a Bandeira que durou até a Proclamação da República:



Havendo sido proclamado com a maior espontaneidade dos povos a Independência política do Brasil, e a sua elevação à cathegoria de Império pela minha solemne Acclamação, Sagração e Coroação, como seu Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo: Hei por bem Ordenar que a Corôa Real que se acha sobreposta no Escudo d’Armas, estabelecido pelo Meo Decreto de 18 de Setembro do corrente anno, seja substituída pela Corôa Imperial, que lhe compete, a fim de corresponder ao gráo sublime e glorioso em que se acha constituído este rico e vasto continente. – Paço, 1º de Dezembro de 1822, 1º da Independência e do Império. Ass.) – O Imperador. – José Bonifácio de Andrada e Silva. (Col. De Leys do Brasil de 1822).



Bandeira do Brasil Império



As duas bandeiras podem ser comparadas: i) a Bandeira do Brasil Reino e ii) a Bandeira do Brasil Império. A primeira durou 73 dias, do 18 de setembro até primeiro de dezembro e a segunda de primeiro de dezembro de 1822 até o 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República, ou seja 67 anos.



Cerimônia da Aclamação do Príncipe D. Pedro I – Debret





Descrição do evento por Varnhagen: “Às dez horas saía do palácio de S. Cristóvão o Imperador, com a Imperatriz e a princesa D. Maria da Glória, acompanhado pela sua luzida Guarda de Honra. Pelo caminho, e ainda mais na sua chegada ao campo, prorrompiam os vivas por toda parte. Dirigiu-se depois o Imperador, acompanhado de seu ministros e camaristas, à varanda do palacete, no qual estariam umas três mil pessoas. Ouviu o largo discurso do presidente da municipalidade, que por vezes foi interrompido de vivas pelo povo; respondeu aceitar o título, convencido de que tal era a vontade geral dos povos do Brasil. Desfilaram depois as tropas; seguiu o Imperador, a pé, apesar da chuva, até à Capela Imperial, onde assistiu ao Te Deum, e logo passou ao palácio a dar beija-mão, e à noite compareceu ao teatro”(Varnhagen, pg.228).

O jornal da época O Espelho, assim descreve o fato: “...pelas dez horas da manhã saiu Sua Majestade Imperial, acompanhado de Sua Esposa e da Sereníssima Princesa D. Maria da Glória, do Paço Imperial da Boa Vista, com o trem seguinte: Precedia a Guarda de Honra de Sua Majestade, composta de paulistas e fluminenses e por batedores dois exploradores e oito soldados da mesma Guarda. Seguiam-se três moços da estribeira, sendo um índio, outro mulato e o terceiro negro. Ia depois o coche que conduzia Suas Majestades o Imperador e a Imperatriz e a Sereníssima Princesa, sendo puxado a oito cavalos, tendo ao lado quatro moços da estribeira. Acompanhava a Guarda de Honra, comandada pelo seu chefe, o Coronel Antônio Leite Pereira da Gama Lobo. Seguia o coche de Estado e após este outro, com os dois camaristas a serviço de Suas Majestades. Apenas entraram na mencionada praça, começaram os mais altos e freqüentes vivas...” (apud Varnhagen, pg. 228).

O Barão do Rio Branco também dá a sua contribuição sobre o evento: “Esta foi a resposta do Imperador: “Aceito o título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil, porque, tendo ouvido o meu Conselho de Estado e de Procuradores-Gerais, e examinando as representações das câmaras, das diferentes províncias, estou intimamente convencido de que tal é a vontade geral de todas as outras, que, só por falta de tempo, não têm ainda chegado”. Esta resposta impressa na Tipografia Nacional, foi na mesma ocasião lançada da varanda, e espalhada pelo povo. A artilharia deu então uma salva de cento e um tiros, e a infantaria três descargas... Depois do Te Deum, as tropas se formaram, em parada, no Largo do Paço, dando a infantaria outras três descargas e a artilharia uma segunda salva de cento e um tiros” (R.B. apud Varnhagen, pg. 229).

Esclarecidos esses pontos, passa-se a apontar as perplexidades dos historiadores maçônicos no tocante aos fatos apontados acima. Os profanos ficam para uma segunda oportunidade.



V – A Perplexidade dos Historiadores Maçônicos



Vários escritores e historiadores maçônicos, por não entenderem o relatado acima sobre a diferença entre o Brasil Reino e o Brasil Império, cometem as maiores barbaridades nas suas interpretações.

Começa-se pelo mais furibundo historiador maçônico – A. Tenório d’Albuquerque. Apesar de já ter dado um grau 33 a Tiradentes antes da formação do Rito Escocês Antigo e Aceito, no seu opúsculo José Bonifácio – o Falso Patriarca, deita a seguinte verrina:

“(...) Um fato há, de excepcional gravidade, praticado por José Bonifácio, como Ministro, a que ainda não vimos a menor referência por parte dos nossos historiadores, aprendizes ou Mestres.

José Bonifácio escamoteou a nossa Independência. Ele a ocultou indevidamente aos países estrangeiros, talvez ainda com a ilusão – que ilusão! – de ver realizado o seu ideal de Reino Unido Portugal-Brasil” (Alburquerque, pg. 83).

“(...) Em 4 de outubro de 1822, José Bonifácio ainda escrevia para o estrangeiro sem tratar D. Pedro I de Imperador!!!

Tal fato ocorreu já um mês e meio depois da proclamação da Independência no Grande Oriente do Brasil e quase um mês depois do 7 de setembro!

Insistimos em dizer: José Bonifácio era contrário à Independência do Brasil” (Albuquerque, pg. 87).

No caso de Albuquerque não é bem perplexidade e sim incompetência historiográfica, pois seu fundamentalismo anti-José Bonifácio o leva a extrapolar o quadro da ciência histórica e ingressar na polêmica jornalística.

Já os irmãos Ferreira – Manoel Rodrigues e Tito Lívio – introdutores dos malfadados conceitos de maçonaria azul e maçonaria vermelha, apesar de não serem apreciadores do Patriarca, pelo menos ficam perplexos com a incompreensão dos fatos vividos naquela época.

A perplexidade começa com o Edital do Senado da Câmara do Rio do dia 21 de setembro de 1822, calcado no mesmo ofício que o mesmo Senado enviou ao de São Paulo no dia 17 de setembro. Tanto um como outro “também nada fala[m] sobre o ato do dia 7 de setembro em São Paulo, ignorando-o. Simplesmente diz que o Brasil estava dirigindo a grande obra da Independência. Nada mais” (Ferreira, pg. 239).

Até D. Pedro recebe um puxão de orelhas dos irmãos Ferreira, fato inusitado, pelo menos na historiografia moderna:

“No dia 22 de setembro de 1822, D. Pedro escreve a D. João VI:

‘Meu Pai e Senhor

Tive a honra de receber de Vossa Magestade uma carta datada de 3 de agosto, na qual Vossa Magestade me repreende pelo meu modo de escrever e falar da facção luso-espanhola (se Vossa Magestade me permite, eu e meus irmãos brasileiros lamentamos muito e muito o estado de coação em que Vossa Magestade jáz sepultado); eu não tenho outro modo de escrever, e como o verso era para ser medido pelos infames deputados europeus e brasileiros do partido dessas despóticas Cortes executivas, legislativas e judiciárias, cumpria ser assim; e como eu agora, mais bem informado, sei que Vossa Magestade está positivamente preso...’

E continuava D. Pedro:

“Embora se decrete a minha deserção, embora se cometam todos os atentados que em Clubes Carbonários forem forjados, a Causa Santa não retrogradará, e eu antes de morrer direi aos meus caros brasileiros: Vede o fim de quem se expôs pela Pátria, imitai-me”.

E mais adiante continuava D. Pedro a chamar as Cortes de Lisboa de “facciosas, horrorosas, maquiavélicas, desorganizadoras, hediondas e pestíferas...”

E terminava:

“Peço a Vossa Magestade que mande apresentar esta às Cortes! às Cortes, que nunca foram gerais, e que são hoje em dia só de Lisboa, para que tenham com que se divirtam, e gastem ainda um par de moedas a esse tísico tesouro”.

Dom Pedro se esquecia de que, tendo proclamado a Independência do Brasil, era chefe de uma Nação soberana e que, portanto, não podia mais enviar uma carta naqueles termos ao chefe de outra Nação, inclusive ao parlamento dessa outra Nação. Esqueceu-se D. Pedro de enviar um documento diplomático a D. João VI, comunicando a separação de ambos os Reinos” (idem, pg.241).

O Senado da Câmara de São Paulo também não escapa à crítica dos irmãos Ferreira: “(...) Esta exigência sim, estava no ofício do dia 17 de setembro, dirigido pelo Senado da Câmara do Rio ao de São Paulo.

Ressaltemos pois, a ingenuidade daquele Senado da Câmara de São Paulo, ainda expressando as tradições monarquistas de São Paulo, ao lamentar o estado de prisão em que se achava D. João VI em Lisboa (...)” (idem, pg. 249).

As suas perplexidades também se voltam em direção à maçonaria: “(...) Na ata (do GOB) desse dia 7 de outubro, nada há também sobre o Grito do Ipiranga. Não foi feita menor referência à proclamação da Independência, feita por D. Pedro em São Paulo, exatamente um mês antes. Mais uma vez, evidencia-se que a Maçonaria ‘Vermelha’ ignorou o brado de ‘Independência ou Morte’, nome de uma ‘palestra’ do Apostolado ‘Azul’. (...) Na peça oratória, o Brigadeiro Alves Branco também não faz alusão ao Grito do Ipiranga” (idem, pg. 254).



VI - Conclusão



O Sete de Setembro somente começou a ser feriado nacional oficial a partir do Decreto nº 1285 de 30 de novembro de 1853 quando se inicia o processo de montagem do imaginário coletivo sobre a independência num país tão pobre de ícones cívicos, tanto monárquicos quanto republicanos.

Espera-se que essa contribuição da heráldica para a história possa esclarecer alguns pontos que causaram e ainda causam confusão, até os dias de hoje.

Os maçons do GOB possuem um acervo inestimável de documentos históricos que exigem a sua exegese para esclarecer vários pontos, ainda obscuros, sobre a nossa independência. Está surgindo uma nova geração de maçons historiadores que poderão receber a tocha sagrada de Nicholas Aslan, Kurt Prober, José Castellani e tantos outros que engrandecem as pesquisas históricas maçônicas no Brasil contemporâneo.

O momento é o de desmistificar alguns traços impingidos como história na mente dos maçons, procurando extrair os fatos das lendas apresentadas como verdades históricas. Este artigo insere-se nesse movimento e espera-se que tenha auxiliado a esclarecer um pedaço da controversa história da Independência do Brasil. Que outros venham a aprofundar, mais e mais, o nosso profundo acervo cultural.

Basta de tomar partido entre José Bonifácio e José Gonçalves Ledo como se estivessem numa rinha de galos. Ambos deram a sua contribuição ao Brasil e à Maçonaria. Não eram anjos nem demônios, eram simplesmente homens lutando por aquilo em que acreditavam piamente.

Basta de tribunais da Santa Inquisição, seja na história do Brasil ou universal, buscando julgar, muitas vezes sem muita base, como se viu acima, lançando anátemas contra pessoas ou instituições. Trata-se de ajudar os maçons não-historiadores a compreender e encaixar os nossos Pais Fundadores no seu momento histórico.

A sorte está lançada, que venha a nova geração que possa destravar o Brasil.






BIBLIOGRAFIA



ALBUQUERQUE, A. Tenório d’, José Bonifácio – O Falso Patriarca, Ed. Aurora, Rio de Janeiro, s/d.

BHERING, Mário (org.), Annaes da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, vol. XLIII-IV, Officinas Graphicas da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, 1931.

BRANCO, Barão do Rio, Efemérides Brasileiras, Edição fac-similar da Gráfica do Senado Federal, Brasiília, 1999.

CARVALHO, William D. A. de, Jean Théophile Desaguliers (1683-1744), in Minerva Maçônica - Revista de Cultura do GOB, Ano II, Nº 6, Fev/Mar/Abr 1999.

CASTELLANI, José, História do Grande Oriente do Brasil, Ed. do GOB, Brasília, 1993.

CASTELLANI, José, Os Maçons e a Independência do Brasil, Ed. Trolha, Londrina, 1993.

COLEÇÃO LEYS DO BRASIL DE 1822, Imprensa Nacional.

EDITORIA DE PESQUISA, Independência e Bandeiras – A Verdade sobre duas Questões Controversas, Egrégora [jornal maçônico], Ano III, nº 9, Brasília, Jun/Ago 1995

FAORO, Raymundo, Os Donos do Poder – Formação do Patronado Político Brasileiro, Ed. Globo, Rio de Janeiro, 1958.

FERREIRA, Manoel Rodrigues e Tito Lívio, A Maçonaria na Independência Brasileira, vol. II, Gráfica Biblos Ltda – Editora, São Paulo, 1972.

HOLANDA, Sérgio Buarque de (org.), O Brasil Monárquico – O Processo de Emancipação, vol.III, tomo II, Difusão Européia do Livro, São Paulo, 1965.

CH’AN, Isa, Achegas para a História da Maçonaria no Brasil – 1ª Parte Maçonaria Heróica, ed. do autor, São Paulo, 1968.

CH’AN, Isa, Achegas para a História da Maçonaria no Brasil – 2ª Parte - Maçonaria Política - 1823 até 1898, ed. do autor, São Paulo, 1969.

LUSTOSA, Izabel, Insultos Impressos – A Guerra dos Jornalistas na Independência 1821-1823, Companhia das Letras, São Paulo, 2000.

LUZ, Milton, A História dos Símbolos Nacionais, Gráfica do Senado da República, Brasília, 1999.

MÉLO, Mário Carneiro do Rego, A Maçonaria e a Revolução Republicana de 1817, Imp. Nery da Fonseca, Recife, 1912.

MENEZES, Manuel Joaquim, Exposição Histórica da Maçonaria no Brasil, particularmente na Província do Rio de Janeiro, em relação com a Independência e a Integridade do Império, Empresa Nacional do Diário, Rio de Janeiro, 1857 (livro raríssimo, o Barão queixava-se de não conhecê-lo).

OLIVEIRA, Joel Guimarães de, Maçonaria e Independência – Um Estudo das Atas do Grande Oriente, mimeo., Brasília, s/d.

RIBEIRO, João, História do Brasil, Livraria Francisco Alves, Rio de Janeiro, 1964.

SEGURO, Visconde de Porto, História Geral do Brasil, 5 vols., Cia. Melhoramentos de S. Paulo, São Paulo, s/d.

STOLPER, E.E., The Initiation of the Duke of Lorraine, AQC 95, London, 1982, pg. 170.

VARNHAGEN, Francisco Adolfo de, História da Independência do Brasil, MEC/INL, Brasília, 1972.


pelo Ven.Irmão WILLIAM ALMEIDA DE CARVALHO 33

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008








FELIZ ANO NOVO!


ISSO É GOSTAR! É QUERER ESTAR JUNTO! A MAÇONARIA NOS DÁ ISSO. O SENTIDO DE FAMÍLIA CRESCE E O SENTIMENTO INTERNO ACOMPANHA! ESSA MAGIA NÃO SEI EXPLICAR. POSSO ARRISCAR QUE NINGUÉM EXPLICA. ELA SIMPLESMENTE ACONTECE. VOCÊ CONHECER UM IRMÃO, CONVIVER UM POUCO COM ELE E NUTRIR UM SENTIMENTO FRATERNO INEXPLICÁVEL.

TALVEZ SEJA O PONTO A SER ATINGIDO QUE É O MESMO. NOSSO OBJETIVO É O MESMO. QUEREMOS ATINGÍ-LO.LUTAMOS POR ISSO.

MAIS UM ANO SE VAI. E ESTAMOS JUNTOS, FORTES, UNIDOS E PRONTOS PARA MAIS UM ANO DE ENCONTROS E MUITO TRABALHO.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Um lugar que me foi concedido.

Certas ocorrências não devem jamais ser esquecidas; a solidariedade, a aceitação, a generosidade, entre tantas.
É chegada a hora de me colocar despido de qualquer sentimento menos nobre e agradecer aos irmãos dessa jovem oficina pela maneira desprendida quanto à aceitação do meu nome como um tijolo a mais na obra dessa benfeitora loja. Sem exigências quanto à minha forma de ser fraterno, todos os irmãos, sem excessão de qualquer sorte, fizeram com que o ano de 2008 se tenha tornado especial na caminhada iniciada por nós há longos 24 anos. O criador do universo teve a sensatez de nos fazer a todos diferentes uns dos outros na forma e na personalidade, concedendo assim chance para convivermos todos os homens em busca do eco às nossas idéias e anseios. É lugar comum destacar que vários são os meios pelos quais podemos contribuir para uma humanidade mais ética e menos egoista, principalmente se os fins a serem atingidos têm como condição irrestrita a prática do bem. Exatamente como venho vivenciando junto a voces meus queridos e amados irmãos, cujos corações abertos à CARIDADE não permitem que venha a nos faltar a ESPERANÇA em um mundo bem melhor.
Boas festas e breve regresso, deo

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O OLHO QUE TUDO VÊ...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Irmão Jorge Vicente, escritor no Rio de Janeiro

Caro Irmão Ivan.
Obra de autor.
Quando nascemos, dão-nos o livro da vida. O número de páginas é predeterminado, mas essas páginas estão em branco, e cabe a nós preenchê-las. Não é obrigatório seguir as indicações alheias. Quando somos pequenos, os pais e a sociedade escrevem por nós os primeiros capítulos, e pode acontecer que não gostemos muito deles. Mas nada nos obriga a continuar a história no estilo em que foi começada. Por isso, viremos hoje uma nova página, agarremos na caneta e comecemos a escrever nossa própria história. Afinal de contas, só se vive uma vez.
Que todos tenhamos uma linda semana.
Fraternalmente,
Jorge Vicente.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

texto bonito

" Sois membro de uma Irmandade?
Como tal, eu tenho sido.
Com toda sinceridade,
Amado e reconhecido.

Dondes vindes afinal?
Meu lar tem nome de um Santo,
Do justo é casa ideal
E perfeito o meu recanto.

Que trazeis meu caro amigo?
A mais perfeita amizade,
Aos que se encontram comigo,
Trago paz, prosperidade.

Trazeis, também, algo mais?
Do dono da minha casa,
Três abraços fraternais
Calorosos como brasa.

Que se faz em vossa terra?
Para o bem, templo colosso;
Para o mal, nós temos guerra;
Para o vício, calabouço.

Que vindes então fazer?
Sendo pedra embrutecida,
Venho estudar, aprender,
Progredir, mudar de vida.

Que quereis de nós, varão?
Um lugar neste recinto,
Pois trago no coração
O amor que por vós sinto.

Sentai-vos querido Irmão,
Nesta augusta casa nossa
E sabeis que esta mansão
Também é morada vossa.

Vanderson": internet

domingo, 26 de outubro de 2008

CRIANDO MONSTROS

O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… NADA?

Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: "ela não quis falar comigo". A garota disse Não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não.
Seu desejo era mais importante.

Não quero ser comparado como um desses psicólogos que infestam os programas vespertinos de TV, que explicam tudo de maneira simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único.
Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.
Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.
Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.
Faltou à polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.
Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.
Simples assim.
NÃO.
Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros.
Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.

Os pais dizem: "não posso traumatizar meu filho". E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos.
Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.
Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho.

Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.
Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.
Não, você não vai passar a madrugada na rua.
Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.
Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.
Não, essas pessoas não são companhias pra você.
Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.
Não, aqui não é lugar para você ficar.
Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.
Não, essa conversa não é pra você se meter.
Não, com isto você não vai brincar.
Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.

Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS, crescem sem saber que o mundo não é só deles.
E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam.
Usam drogas.
Compram armas.
Transam sem camisinha.
Batem em professores.
Furam o pneu do carro do chefe.
Chutam mendigos e prostitutas na rua.
E daí por diante...

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.
Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.

E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.
O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

fonte: blog.mafaldacrescida.com.br


contribuição do irmão Deomário

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

POESIAS

O ROUBO DO CANDEEIRO

Portões cerrados
Vigilantes aos porões escuros
Somente os ratos avistam,
Providos da indecência humana

E o povo cego rasteja as migalhas
Oriundo do funestal desleixo
Impróprios à luz,
Ignorantes hábeis

Minguados cidadãos
Maldita inconsciência
Maligna pobreza,
Compassivos aos habituais queixumes.

bbrian




SÓ MENTE

Posso ser um livro,

sem páginas

Posso ser uma carta,

anónima

Posso ser água,

sem fonte

Posso ser presidente,

"SOMENTE".

bbrian



BÁRBAROS

Mulheres maltratadas por machos atrozes
Mulheres loucas de paixões vis
Mulheres-mudas receosas,
MORTAS.

B Brian


OCULTOS

Perderam-se os homens:
Sucumbiu todo ouro toda prata,
Ganância concreta, almas desleixadas.
Nos subúrbios espirituais perseguem vã caminhada.

Ocultos à luz, a estrada mal planeada.
Sábios, desvairados da esperteza,
Soberbos do fracasso.

bbrian

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos .
_Eu sei, respondeu o tolo. 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda' .

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente

Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam...... é problema deles.
Arnaldo Jabor.

Vaso Chinês

Ser diferente não é o fim, é o começo da pluridade que embeleza a
humanidade. Um abraço

Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um
suspenso na extremidade de uma vara, que ela carregava nas costas.

Um dos vasos era rachado, e o outro era perfeito.

Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada
até a casa, enquanto o rachado chegava meio vazio.

Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que
chegava em casa com somente um vaso e meio de água.

Naturalmente, o vaso perfeito estava muito orgulhoso do próprio
resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de
conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer.

Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota
de ser 'rachado', o vaso falou com a senhora durante o caminho:

- 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho
me faz perder metade da água durante o caminho até sua casa...'

A velhinha sorriu:

- 'Você reparou que lindas flores foram semeadas do teu lado do
caminho?

- Eu sempre soube do teu defeito, portanto plantei sementes de
flores na beira da estrada do teu lado. E todo dia, enquanto a
gente voltava, tu as regavas.

Por dois anos, recolho belíssimas flores para enfeitar a mesa deste
lar.


Se tu não fosses como és, eu não teria essas maravilhas enfeitando
a minha casa.

Cada um de nós tem o próprio defeito.

Mas o defeito de cada um é que faz com que nossa convivência
seja interessante e gratificante.

É preciso aceitar cada um pelo que é...

E descobrir o que tem de bom nele.

Portanto, meu 'defeituoso' amigo, tenha um bom dia e lembre-se de
regar as flores do seu lado do caminho.



'Todo o homem é culpado do bem que não fez.'

domingo, 28 de setembro de 2008

TEXTO PARA REFLEXÃO

O Mestre
(Publicado na revista O Pensamento - mai/jun/99)

Sem saber o que fazer vagava o Mestre despreocupado por entre a obra quando se deparou com um Aprendiz que, concentrado, examinava uma pedra ainda não totalmente desbastada. Querendo mostrar sua força e sua autoridade, dirigiu-se ao obreiro:
- Aprendiz, a tua pedra não está devidamente desbastada. Acaso pensas em dá-la como acabada?
- Mas, Mestre esta pedra...
- Não será negligenciando nas tuas tarefas que um dia pretendes chegar onde hoje estou. Não penses que o mestrado é conseguido sem sacrifícios e pouco trabalho.
- Mas, Mestre, eu...
- Não me parece que os ensinamentos tenham sido por ti bem assimilados. Vede o estado em que se encontra esta pedra. Toda disforme e cheia de imperfeições. Já imaginastes as conseqüências que acarretaria o seu assentamento na obra? Por certo não iria se encaixar convenientemente e, além disso, colocaria em risco o próprio andamento da construção
- Mas, Mestre, eu gostaria de...
- Não me interrompas enquanto falo. Um aprendiz deve saber comportar-se diante de seu Mestre. Não estou gostando do teu comportamento nem de teu jeito desleixado de trabalhar. Olha só esse avental, todo sujo, e essas ferramentas em péssimo estado de conservação. Agora olha para mim. Vê meus paramentos, imaculados, e meus utensílios de trabalho perfeitamente conservados, como novos. Não te serve de lição ver tão gritante comparação? Acaso não te sirvo de exemplo? E vamos deixar de conversa; trata de trabalhar que o tempo é curto. Como castigo, para que não sejas tão negligente, deverás terminar o desbaste desta pedra, mesmo no teu horário de descanso.
- Mas, Mestre, eu gostaria de explicar que...
- Não irei perder mais meu tempo contigo! Faze o que determinei e estamos conversados!
Afastando-se, o Mestre sai satisfeito e orgulhoso por ter sido severo e demonstrado sua autoridade, deixando o aprendiz matutando:
- Puxa vida! Eu queria explicar ao Mestre que esta pedra está aqui desde quando ELE ERA APRENDIZ E, NA PRESSA DE AUMENTAR O SEU SALÁRIO, NÃO A DESBASTOU CONVENIENTEMENTE. Todas as minhas pedras foram aproveitadas na obra, razão pela qual meu avental está sujo e minhas ferramentas desgastadas pelo uso. Além disso, estou no meu horário de descanso e aproveitava o tempo para concluir o desbaste desta pedra que está aqui desde a promoção do Mestre. O Mestre deve ter razão e deve estar muito preocupado com seus afazeres para se importar com uma simples pedra bruta. O melhor mesmo é terminar esta pedra e deixá-la pronta para o polimento. Pensando melhor, não seria mais conveniente eu deixar esta pedra, que não é minha, de lado e preocupar-me em aumentar meu salário e ser igual ao Meu Mestre?

terça-feira, 23 de setembro de 2008

UMA PIADA PRA DESCONTRAIR

DOIS CAPETAS

Um casal tinha dois filhos que eram uns capetas.
Os pais sabiam que se houvesse alguma travessura onde moravam, eles com certeza estariam envolvidos.

A mãe dos garotos ficou sabendo que o novo padre da cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças. Então ela pediu a ele, que falasse com os meninos.

O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente. A mãe mandou o filho mais novo.

O padre, um homem alto com uma voz de trovão, sentou o garoto e perguntou-lhe austeramente:
- Onde está Deus?

O garoto abriu a boca, mas não conseguiu emitir nenhum som. Ficou sentado, com a boca aberta e os olhos arregalados.

Então, o padre repetiu a pergunta num tom ainda mais severo: o garoto não conseguia emitir nenhuma resposta.

O padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no rosto do garoto berrou:
- ONDE ESTÁ DEUS ?????????

O garoto saiu correndo da igreja direto pra casa e trancou-se no quarto. Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou:
- O que aconteceu?

O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o fôlego, respondeu:
- Cara, desta vez tamo fu_di_do. DEUS sumiu, e acham que foi a gente !!!!!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

PIADAS...

MANUAL DO BÊBADO

Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando você está bêbado:
-Indubitavelmente.
- Preliminarmente.
- Proliferação.
- Inconstitucional.

Coisas que são EXTREMAMENTE DIFÍCEIS de dizer quando você esta bêbado:
- Especificidade.
-Transubstanciado.
- Verossimilhança.
- Três tigres.

Coisas que são TOTALMENTE IMPOSSÍVEIS de dizer quando você está bêbado:
- Puta merda que menina feia!!!!
- Chega, já bebi demais.
- Sai fora, você não é o meu tipo...

MANUAL PRÁTICO DO BEBUM
Como agir quando se bebeu demais e está com os seguintes sintomas:
******
SINTOMA: Pés frios e úmidos.
CAUSA: Você está segurando o copo pelo lado errado.
SOLUÇÃO: Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.
******
SINTOMA: Pés quentes e úmidos.
CAUSA: Você fez xixi.
SOLUÇÃO: Vá se secar no banheiro mais próximo.
********
SINTOMA: A parede a sua frente está cheia de luzes.
CAUSA: Você caiu de costas no chão.
SOLUÇÃO: Coloque seu corpo a 90 graus do solo.
*********
SINTOMA: O chão está embaçado.
CAUSA: Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.
SOLUÇÃO: Compre outra cerveja ou similar.
************
SINTOMA: O chão está se movendo.
CAUSA: Você está sendo carregado ou arrastado.
SOLUÇÃO: Pergunte se estão te levando para outro bar.
************
SINTOMA: O local ficou completamente escuro.
CAUSA: O bar fechou.
SOLUÇÃO: Pergunte ao garçom o endereço de sua casa.
************
SINTOMA: O motorista do táxi é um elefante rosa.
CAUSA: Você bebeu muitíssimo.
SOLUÇÃO: Peça ao elefante que o leve para o hospital mais próximo.
****************
SINTOMA: Você está olhando um espelho que se move como água.
CAUSA: Você está para vomitar em uma privada.
SOLUÇÃO: Enfie o dedo na garganta
***********
SINTOMA: As pessoas falam produzindo um misterioso eco.
CAUSA: Você está com a garrafa de cerveja na orelha.
SOLUÇÃO: Deixe de ser palhaço.
*************
SINTOMA: A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.
CAUSA: Você está em uma ambulância.
SOLUÇÃO: Não se mova. Possível coma alcoólico.
************
SINTOMA: A fortíssima luz da danceteria está cegando seus olhos.
CAUSA: Você está na rua e já é dia.
SOLUÇÃO: Tente encontrar o caminho de volta para casa.
***********
SINTOMA: Seu amigo não liga para o que você fala.
CAUSA: Você está falando com uma caixa de correios.
SOLUÇÃO: Procure seu amigo p/ que ele te leve para casa.
************
SINTOMA: Seu amigo não pára de falar repetidamente as mesmas palavras
CAUSA: Você está falando com o cachorro do vizinho
SOLUÇÃO: Peça pra ele onde é sua casa.


muito boa rsrssr

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Hospital psiquiátrico - teste da banheira!

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um
copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida
realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- *Entendi* - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde,que é maior que o
copo e a colher.

- Não - respondeu o diretor - *uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo*.
O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria ?

*Dedicado a todos que escolheram o balde.*

A vida nos apresenta diversos caminhos, várias são as opções para tomarmos
uma decisão. Em muitas vezes, são tão óbvias como o caso do ralo, só falta enxergamos...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

GOTEIRÃO: Falso padre e falso maçom - DIVULGUEM




DENÚNCIA GRAVE sobre estelionatário que vem devassando Sessões
>> Magnas de Instalação e Posse
>>
>> Respeitável Ir:. Jaime
>>
>> Lhe escrevo, por orientação do Respeitável Ir:. Caio Infantini, com quem
>> conversei na noite passada, para denunciar que nossa sublime fraternidade
>> está tendo uma de suas cerimônias mais marcantes devassada por um
>> falsário
>> que se intitula Bispo da Igreja Católica Apostólica Romana e M:.I:. da
>> Maçonaria.
>>
>> Observe as fotos anexas!
>> Elas foram tiradas em junho passado, por um obreiro da ARLS 28 de JULHO
>> III,
>> que aparece à direita do Bispo na foto 002, em Sessão Magna de Instalação
>> e
>> Posse de Loja da GLESP da 9a Região Maçônica.
>> Observe que sob os paramentos católicos o Bispo está com o avental
>> maçônico
>> de M:.I:.
>> Esse Bispo apresenta-se como Bispo José Pedro, pertencente à Diocese da
>> Grande São Paulo.
>> Embora a princípio, assim como muitos outros OObr:., eu tenha reagido
>> positivamente, dadas as restrições históricas da igreja frente à
>> maçonaria,
>> chamou-me a atenção o desrespeito do 'Ir:.' frente às duas instituições
>> seculares, isto é, utilizar-se de Paramentos de Bispo fora do Cerimonial
>> apropriado, assim como paramentar-se em Sessão Magna com trajes distintos
>> daqueles exigidos em nossos rituais.
>> Apesar disso procurei esse 'Ir:.' com o interesse único de convidá-lo a
>> ministrar uma palestra à respeito da relação Igreja(X)Maçonaria.
>> Ao estabelecer contato com ele, por telefone, observei algumas falhas de
>> conhecimento maçônico, não compatíveis com um M:.I:.
>> Num segundo contato fui mais a fundo nos questionamentos e obtive dele as
>> seguintes informações:
>> 1) Nasceu em 1936, mas não soube dizer dia e mês!!
>> 2) Foi Ordenado Padre em 1950 na cidade de Guaxupé/MG.
>> 3) Consagrado BISPO em 1964 na mesma cidade, pertencendo atualmente
>> à
>> Diocese da 'Gde São Paulo'.
>> 4) Foi Iniciado em 1979/80 (não sabia ao certo) na Loja Estrela de
>> Cumbica (da qual não lembrava).
>> 5) Foi Venerável Mestre em 2004 e tornou-se 'Past Master' no ano
>> passado!
>> 6) Perguntado sobre a Loj:.. à qual pertence informou ser a
>> 'Cavaleiros
>> de Bonsucesso', tendo mencionado em outras conversas 'Cavaleiros da
>> Fraternidade' e 'Cavaleiros da Amizade'
>>
>> Dadas as incongruências realizei algumas pesquisas e obtive os seguintes
>> resultados:
>> 1) CNBB: Nenhum Bispo com esse nome
>> 2) Cúria Metropolitana: Nenhum padre com esse nome;
>> 3) GOSP: José Pedro de Melo, nascido 28/10/1939, foi regularizado na
>> Loja Cavaleiros de Bonsucesso em 06/04/2001 de posse de QUITE PLACE
>> M:.M:.
>> originário da ARLS Estrela de Cumbica(373) da GLESP. Deixou a Loja em
>> 2003
>> sem jamais ter sido instalado no trono de Salomão!
>> 4) GLESP: José Pedro Melo foi INICIADO em 09/1995 na ARLS Estrela de
>> Cumbica(373) e teve emitido seu Certificado de Grau em 05/1996, ainda no
>> Grau de Apr:.M:. - CPF 483.893.668- 00 e RG3.597.900.
>> 5) SSP/SP: Constam dois indiciamentos. 1973 (30º DP - Tatuapé)
>> Estelionato; 2001 (6º DP - Guarulhos) Lesão Corporal.
>> 6) Cúria de Guarulhos: O Cidadão José Pedro Melo é problema antigo.
>> Velho conhecido, já tendo sido repreendido pelo Vigário Geral e pelo
>> Bispo
>> de Guarulhos, que nada podem fazer à respeito!
>> 7) Endereço: Rua Piraí do Sul, 290 (ou 45) - Guarulhos. Tel: 6405
>> 8753;
>> Cel:. 8289 1909.
>>
>> Imagino que essa ocorrência, já repetida anteriormente em outras lojas de
>> nossa jurisdição, trata-se de um insulto e desrespeito a todos os maçons.
>> Esse indivíduo fraudou um QUITE PLACET e expôs uma tremenda fragilidade
>> no
>> controle de admissão e acesso à nossa instituição!
>> Creio que isso deva ser denunciado e todas as Lojas devidamente
>> informadas
>> para que lhe fechem as portas.
>> IIr:. dignos e de boa vontade foram objeto de manipulação desse falsário
>> que
>> transformou uma Sessão de Posse num verdadeiro circo, fazendo chacota da
>> Igreja e da Maçonaria.
>> Talvez nossos processos de admissão em Loja devam ser revistos, para
>> nossa
>> segurança e inviolabilidade de nossos segredos.
>> Ele não tem ciência de que foi descoberto e crê que realizará, a convite
>> de
>> três oficinas do ABC, uma Mega Palestra em Sessão Magna Aberta, em 16 de
>> Outubro de 2008.
>> Entrego em suas mãos o caso, ciente de que as medidas cabíveis serão
>> tomadas, rogando ao GADU que mais nos ilumine e guarde!
>> Agradeço ao Ir:. Prado que assina, juntamente comigo, esta denuncia, à
>> colaboração que dispensou, assim como às informações fornecidas pelo Ir:.
>> Claudio Brito.
>>
>> Fraternalmente,
>>
>> Manoel Ramas - M:.M:.
>> ARLS 28 DE JULHO III (479)
>> Residencial_ 11 4229 3996
>> Comercial_11 4223 5711
>> Celular_11 7715 6913
>>
>> Que o G:.A:.D:.U:. a todos ilumine e guarde!
>>

UM TFA, Nilton Almeida - Del.Reg. do Grão Mestre do GOMG

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Livre e de Bons Costumes

Maçons são homens livres e de bons costumes, uma expressão um tanto vaga e com múltiplas interpretações possíveis. Abaixo é possível ler o texto de um Aprendiz com o entendimento primoroso que ele teve deste conceito.

Porque é Livre e de Bons Costumes

O ideal dos homens livres e de bons costumes, que a sublime Ordem ensina, mostra que a finalidade da Maçonaria é, desde épocas mais remotas, dedicar-se ao aprimoramento espiritual e moral da Humanidade, pugnando pelos direitos dos homens e, pela Justiça, pregando o amor fraterno, procurando congregar esforços para uma maior e mais perfeita compreensão entre os homens, a fim de que se estabeleçam os laços indissolúveis de uma verdadeira fraternidade, sem distinção de raças nem de crenças, condição indispensável para que haja realmente paz e compreensão entre os povos.

No mundo da atualidade, conturbado pela incompreensão e pela ganância, mais do que nunca é necessário que brilhe no coração dos Irmãos a flama do ideal maçônico; que os obreiros, almas que se ornam pela bondade, forças que se unem pelo amor, vontades que se harmonizam pelo desejo de espalhar luz sobre seus semelhantes, tornando-os bons e caritativos, sejam orientados e guiados na trajetória que os leva a perfectibilidade.

Livre, palavra derivada do latim, em sentido amplo quer significar tudo o que se mostra isento de qualquer condição, constrangimento, subordinação, dependência, encargo ou restrição.

A qualidade ou condição de livre, assim atribuído a qualquer coisa, importa na liberdade de ação a respeito da mesma, sem qualquer oposição, que não se funde em restrição de ordem legal e, principalmente moral.

Em decorrência de ser livre, vem a liberdade, que é faculdade de se fazer ou não fazer o que se quer, de pensar como se entende, de ir e vir a qualquer parte, quando e como se queira, exercer qualquer atividade, tudo conforme a livre determinação da pessoa, quando não haja regra proibitiva para a prática do ato ou não se institua princípio restritivo ao exercício da atividade.

Bem verdade é que a maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento moral, onde o homem vai aprimorar-se em benefício dos semelhantes, desenvolvendo qualidades que o possibilitam ser, cada vez mais, útil à coletividade. Não nos esqueçamos, porém, que, de uma pedra impura jamais conseguiremos fazer um brilhante, por maior que sejam nossos esforços.

O conceito maçônico de homem livre é diferente, é bem mais elevado do que o conceito jurídico. Para ser homem livre, não basta Ter liberdade de locomoção, para ir aqui ou ali.

Goza de liberdade o homem que não é escravo de suas paixões vis, que não se deixa dominar pela torpeza dos seus instintos de fera humana.

Não é homem livre, não desfruta da verdadeira liberdade, quem está escravizado a vícios.

Não é homem livre aquele que é dominado pelo jogo, que não consegue libertar-se de suas tentações.

Não é homem livre, quem se chafurda no vício, degrada-se, condena-se por si mesmo, sacrifica voluntariamente a sua liberdade, porque os seus baixos instintos se sobrepuseram às suas qualidade, anulando-as.

Maçom livre é o que dispõe da necessária força moral para evitar todos os vícios que infamam, que desonram, que degradam.

O supremo ideal de liberdade é livrar-se de todas as propensões para o mal, despojar-se de todas as tendências condenáveis, sair do caminho das sombras e seguir pela estrada que conduz à prática do bem, que aproxima o homem da perfeição intangível.

Ser livre é ir mais além, é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes.

Sendo livre e por conseqüência, desfrutando de liberdade, o homem deve, sempre pautar sua vida pelos preceitos dos bons costumes, que é expressão, também derivada do latim e usada para designar o complexo de regras e princípios impostos pela moral, os quais traçam a norma de conduta dos indivíduos em suas relações domésticas e sociais, para que estas se articulem seguindo as elevadas finalidades da própria vida humana.

Os bons costumes, referem-se mais propriamente à honestidade das famílias, ao recato das pessoas e a dignidade ou decoro social.

A idéia e o sentido dos bons costumes não se afastam da idéia ou sentido de moral, pois, os princípios que os regulam são, inequivocamente, fundados nela.

O bom maçom, livre e de bons costumes, não confunde liberdade, que é direito sagrado, com abuso que é defeito.

O bom maçom, livre e de bons costumes, crê em Deus, ser supremo que nos orienta para o bem e nos desvia do mal.

O bom maçom, livre e de bons costumes, é leal. Quem não é leal com os demais, é desleal consigo mesmo e trai os seus mais sagrados compromissos.

O bom maçom, livre e de bons costumes, cultiva a fraternidade, porque ela é a base fundamental da maçonaria, porque só pelo culto da fraternidade poderemos conseguir uma humanidade menos sofredora.

O bom maçom, livre e de bons costumes, recusa agradecimentos porque se satisfaz com o prazer de haver contribuído para amparar um semelhante.

O bom maçom, livre e de bons costumes, não se abate, jamais se desmanda, não se revolta com as derrotas, porque vencer ou perder são contingências da vida do homem.

O bom maçom, livre e de bons costumes, é nobre na vitória e sereno se vencido, porque sabe triunfar sobre os seus impulsos, dominando-os.

O bom maçom, livre e de bons costumes, pratica o bem porque sabe que é amparando o próximo, sentindo suas dores, que nos aperfeiçoamos.

O bom maçom, livre e de bons costumes, abomina o vício, porque este é o contrário da virtude, que ele deve cultivar.

O bom maçom, livre e de bons costumes, é amigo da família, porque ela é a base fundamental da humanidade. O mau chefe de família não tem qualidades morais para ser maçom.

O bom maçom, livre e de bons costumes, não humilha os fracos, os inferiores, porque é covardia, e a maçonaria não é abrigo de covardes.

O bom maçom, livre e de bons costumes, trata fraternalmente os demais para não trair os seus juramentos de fraternidade.

O bom maçom, livre e de bons costumes, não se desvia do caminho da moral, quem dele se afasta, incompatibiliza-se com os objetivos da maçonaria.

O bom maçom, o verdadeiro maçom, não se envaidece, não alardeia suas qualidades, não vê no auxílio ao semelhante um gesto excepcional, porque este é um dever de solidariedade humana, cuja prática constitui um prazer. Não promete senão o que pode cumprir. Uma promessa não cumprida pode provocar inimizade. Não odeia, o ódio destrói, só a amizade constrói.

O homem que se embriaga é indigno de ser maçom, porque ser ébrio é ser de maus costumes e quem é escravo da bebida, não é livre e o maçom deve ser livre e de bons costumes.

Finalmente, o verdadeiro maçom, não investe contra a reputação de outro, porque tal fazer é trair os sentimentos de fraternidade.

O maçom, o verdadeiro maçom, não tem apego aos cargos, porque isto é cultivar a vaidade, sentimento mesquinho, incompatível com a elevação dos sentimentos que o bom maçom deve cultivar.

Os vaidosos buscam posições em que se destaquem; os verdadeiros maçons buscam o trabalho em que façam destacar a maçonaria.

O valor da existência de um maçom é julgado pelos seus atos, pelo exercício do bem.


Autor: Nery Saturnino Dutra – Apr.·. M.·.

A.·.R.·.L.·.S.·. Amor e Humanidade

Bom Jesus / RS - G.·.O.·.R.·.G.·.S.·.

sábado, 23 de agosto de 2008

Tia Olívia e o José Hamiltom do Globo Rural




Estava passeando com a famíla no parque de exposições de Carapina, e encontrei com a Cunhada Olívia. Ficamos conversando até que aparece o José Hamiltom do Globo Rural. Grande jornalista. Falei com a Olívia: corre pro lado dele! Vamos tirar uma foto! Ficou boa, né?

"Os Feitos da Maçonaria no Brasil"

As corporações de ofício se expandiram e se consolidaram ao longo da Idade Média Baixa — no período compreendido entre os séculos 12 e 15 — como conseqüência das grandes transformações infligidas à supremacia feudalista. O fenômeno derivou da concentração de comerciantes, artistas e artesãos ao redor dos burgos formados por castelos e mosteiros, de que se originaram vilas e cidades. Buscavam proteção e segurança para viver e trabalhar ao abrigo das fortificações e muralhas que cercavam os monastérios e as residências dos barões feudais. Com o fim do trabalho servil, a diminuição do domínio clerical e o fortalecimento dos poderes do monarca, que se robusteciam velozmente, formou-se a burguesia, constituída de profissionais dessas corporações ou guildas e hansas — as primeiras reunindo os artesãos e artistas, e as últimas ,os comerciantes. Tais organizações tinham o escopo de resguardar seus negócios, estabelecer os preços dos serviços e disciplinar o sistema de trabalho de seus membros. As pessoas que já as integravam ou que pretendiam a elas se integrar tinham que se submeter às regras antes estabelecidas se quisessem seguir um ofício: quem desejasse ser um artesão teria que começar como aprendiz, depois passar a companheiro e, só bem mais tarde, poderia chegar a mestre. Das corporações de ofício que atuavam na Escócia e que, para preservar seus interesses, reuniam-se secretamente, nasceu o embrião das lojas maçônicas especulativas — com similar estrutura gradativa das corporações de ofício: aprendiz, companheiro e mestre —, assim chamadas porque delas poderiam participar não apenas os membros de uma única corporação, mas outras de ofícios distintos. Para que pudessem agir sem embaraços, foram, em 1583, legitimadas pelo rei Jorge VI da Escócia. Em 1646, fundou-se a loja maçônica de Warington, na Inglaterra. Em 1689, expandiu-se a entidade para a França com a implantação de uma loja pioneira em Saint-Germain-en-Laye. Não pararam mais de se alastrar pela Europa. Fala-se que, na Inglaterra, todo o antigo almirantado inglês era constituído de maçons. Por motivos políticos entre a Escócia e a Inglaterra, as lojas escocesas deram início à formação do Grande Oriente e, na Inglaterra, as Grandes Lojas — potências maçônicas até hoje existentes. Os dois principais ritos maçônicos — forma pela qual se identificam, se organizam e se comunicam os maçons — são o Escocês Antigo e Aceito e o Francês ou Moderno. Em 1730, se instalaram na Filadélfia, nos Estados Unidos.A proclamação da independência americana, em 4 de julho de 1776, teve o patrocínio delas. Thomas Jefferson e Benjamin Franklin eram maçons, 14 dos presidentes americanos também. O mesmo diga-se da Revolução Francesa, que adotou a trilogia liberté, égalité ou la mort —, que, embora nada tenha a ver com o triângulo da maçonaria, teve sua inspiração e participação. Um de seus símbolos mais emblemáticos é o triângulo, representando cada um de seus lados os princípios de liberdade, igualdade e fraternidade. Essa a razão de conservar-se na bandeira do Estado de Minas Gerais a mesma divisa ilustrada com a expressão latina libertas quae sera tamen — liberdade ainda que tardia — que resumia o espírito da Conjuração Mineira. Em Portugal, a maçonaria teria chegado pelas mãos de ingleses, conforme alvará de autorização do Grão-Mestre inglês lorde Weimouth, em 1730. No Brasil, há controvérsia sobre o tema. A primeira loja, com o nome de União, teria formalmente se instalado no Rio de Janeiro, em 1800. Em 1802, foi a vez da Bahia, com as lojas Virtude e Razão. Em 1804, as lojas Constância e Filantropia passaram a atuar no Rio. A partir daí, se espraiaram pelo Brasil afora. Quase todos os movimentos libertários no país tiveram inspiração e participação de maçons. A libertação dos escravos é exemplo típico, ainda que, à época, contrária aos interesses dos fazendeiros e de boa parte da Igreja. A Independência foi quase toda obra da Maçonaria, que, sob os auspícios de Joaquim Gonçalves Ledo e José Bonifácio de Andrada e Silva, Maçons, que, com outros, ardentemente a defenderam, e que levaram Dom Pedro a nela se iniciar com o nome de Guatimozim. José Bonifácio tornou-se o primeiro Grão-Mestre no Brasil. Depois, o próprio Dom Pedro. Uma das colunas internas do templo onde se reuniam tinha o sugestivo nome de “Independência ou Morte”, que serviu de mote a Dom Pedro no histórico brado proferido às margens do Ipiranga.Em decorrência dos conflitos entre o governo e a Igreja, advindos da “questão religiosa”, da insatisfação dos militares pós-Guerra do Paraguai, com suas idéias libertárias, e da franca presença dos maçons sob a liderança de Quintino Boacaiúva, Campos Salles, Prudente de Morais e tantos outros, sedimentou-se o cadinho que resultou na Proclamação da República. O marechal Deodoro da Fonseca, que era maçom, foi o agente de sua execução, compelido por militares e civis maçons. Por certo, o que as instituições nacionais devem à maçonaria não caberia neste espaço. No mínimo mereceria um denso ensaio. Vale o registro apenas para situar o reconhecimento do papel que exerceu. O resto fica na expectativa de que seu espírito possa orientar nossos políticos e nos faça livrar da tragédia da corrupção — praga do momento.

Maurício Corrêa Advogado

"Maçonaria uma Estrela que Brilha em Silêncio"

"Sem sombra de dúvida, nenhuma organização é tão fascinante e ímpar quanto a gloriosa maçonaria. Com a missão de tornar homens bons, melhores, ela conseguiu a proeza de permanecer intacta às intempéries da vida, mantendo-se firme como os preceitos que a impulsionam. Com a trilogia: Igualdade, Fraternidade e Liberdade, digna de atenção, pois, conceitos modernos e indispensáveis para um convívio melhor, na sociedade, há séculos são conhecidos, praticados e divulgados por seus integrantes. Hoje se fala muito em ecumenismo, como forma de resposta aos conflitos religiosos, contudo, a maçonaria foi a primeira entidade em que a fé individual foi utilizada como instrumento de integração, e não como combustível para sangrentas guerras, provando que todos somos filhos do mesmo Criador, ou seja: irmãos, e podemos viver realmente como tal, independente da religião a que pertençamos. Atualmente, percebemos que o racismo é uma patologia temível, que coloca em risco a humanidade, notamos então o valor, do exemplo da fraternidade maçônica, pois esta abomina todas as formas racismo. A filantropia, um de seus estandartes, tem uma característica própria que deixa esse gesto mais nobre: o silêncio, em que, na grande maioria das vezes, nem o próprio beneficiado tem conhecimento de seu benfeitor, esse condimento, não só deixa caracterizada a verdadeira caridade, como nos ensina que não devemos fazer as coisas boas, se podemos fazê-las perfeitas. Num universo tão eclético, seus congregados, aprendem a honrar três grandiosos pontos, que são sagrados em todos os lugares: Deus, Pátria e Família, independente da cultura, esses tópicos são uma unanimidade do que mais valioso um povo pode possuir. Percebemos que quando tais ícones são desonrados, as conseqüências são enormes. Porém, investida de tais predicados, foi sempre alvo constante de perseguições, injúrias, e preconceitos, pois jamais se alienou perante as mudanças globais, mostrando-se como obstáculo para caprichos de déspotas, prova disso é que até os nossos dias, estórias “fantásticas” pulverizadas nas mentes férteis das massas, associando à Maçonaria elementos malignos: “os maçons praticam magia negra” e, etc, são presentes e geram relatos tão absurdos, quanto à maldade de quem os criaram. Certamente, o que foi fundamental para que ela não se tornasse apenas uma mera coadjuvante na história da humanidade foi a dedicação e a disciplina de seus integrantes, pois apesar das lutas não se inclinou para os problemas, ao contrário, a cada obstáculo se fortaleceu. Privilegiando os excluídos, defendendo a ética, respeitando as autoridades, incentivando a paz, lutando conta vícios e cultivando a moral, ela segue firme sua jornada que é a disseminação desses valores, que são tão grandiosos e estão além do nosso plano material, pois a certeza da imortalidade da alma e a crença da existência de um Ser Supremo, são os geradores de tanta energia positiva, e com toda certeza, são companheiras dos maçons em qualquer trajeto, seja no cotidiano, ou na esperança de uma vida posterior.

por Cristyano Ayres Machado

O VISITANTE

Todos os dias, ao meio-dia, um pobre Velho entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía.
Certa vez, o sacristão lhe perguntou o que vinha fazer rápido na igreja.
- Venho rezar, respondeu o velho.
- Mas é estranho, disse o sacristão, que você consiga rezar tão depressa.
- Bem, retrucou o velho, eu não sei recitar aquelas orações compridas. Mas todo dia entro nesta igreja, e só falo; Oi Jesus, é Zé... Num minuto já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza de que Ele me ouve.
Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital.
Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos; os doentes mais tristes tornaram-se alegres, e muitas risadas passaram a ser ouvidas.
- Zé, disse-lhe um dia a irmã, os doentes dizem ter sido você o causador desta mudança na enfermaria, já que está sempre tão alegre ...
- É verdade, irmã. Estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todo dia. Me faz feliz.
A irmã ficou atônita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário, sem ninguém.
- Que visita, a que horas, - todos os dias. Respondeu Zé com um brilho nos olhos.
Todos os dias, ao meio-dia ele vem e fica ao pé da cama;
Quando olho em sua direção, ele sorri e diz; Oi Zé, é Jesus.
(Autor desconhecido)

PAI NOSSO

Será inútil dizer, ‘Pai nosso se em minha vida não atuo como filho de DEUS, fechando meu coração ao amor.
Será inútil dizer, que estás no céu, se os meus valores são representados pelos bens da Terra.
Será inútil dizer, ‘santificado seja o Teu nome, se penso apenas em ser cristão por medo, superstição ou comodismo.
Será inútil dizer venha o Teu reino, se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e facilidades.
Será inútil dizer, faça-se a Sua vontade, assim na Terra como no Céu, se no fundo desejo mesmo é que todos os meus desejos se realizem.
Será inútil dizer o pão de cada dia dá-nos hoje, se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.
Será inútil dizer, perdoa-nos as nossas dívidas, se nós não perdoamos os nossos devedores, se não me importo me ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho.
Será inútil dizer e não me deixes cair em tentação, se escolho sempre o caminho mais fácil que nem sempre é o caminho de DEUS...
Será inútil dizer, livra-me de todo mal, se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais, e se tudo o que é proibido me seduz.
Será inútil dizer Amém, porque sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar.
(Autor desconhecido)

Tio Zé Roberto e o Ivan Pedro



Meus queridos irmãos, cunhadas, sobrinhos e amigos. Me permita um momento de "corujisse". Fico muito feliz com o carinho de todos com meu filhote. É muito legal esta sensação de família, de carinho, que nós sentimos.

No detalhe, Meu querido irmão e meu filho

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Dia dos Pais


A OBRA DO SÁBIO!

Só temos consciência do belo,
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
Porquanto, o Ser e o Existir,
Se engendram mutuamente.
O fácil e o difícil se complementam.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam um todo.
O som e o silêncio formam a harmonia.
O passado e o futuro geram o tempo.
Eis porque o sábio age
Pelo não agir,
E ensina sem falar,
Aceita tudo que lhe acontece
Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza e nada considera seu
Tudo faz – e não se apega à sua obra
Não se prende aos frutos da sua atividade
Termina a sua obra
E está sempre no princípio
E por isto a sua obra prospera. (Lao Tse)
- Que o GADU vos Ilumine e proteja. Fraternos abraços, aos "tios", "primos" e "primas". Marcello!

DIA DAS MÃES:


APÓS A REUNIÃO, A SATISFAÇÃO DO DEVER CUMPRIDO.

Dia Das Mães



Mais fotos do Dia Das Mães

CERIMÔNIA DO DIAS DAS MÂES


realizamos em Maio último, uma sessão magna em comemoração do dia das mães. Cunhadas, sobrinhos, parentes e amigos próximos estiveram presentes. Durante a cerimônia, que foi muito emocionante para todos, principalmente para aqueles que já não possuem mais suas mãezinhas entre nós, o tio Alberto nos "emprestou" sua querida mãe para que representasse todas as mães.

sábado, 9 de agosto de 2008

Lembrança das Nossas Festas...

Demétrius, Maria Eli e Felipe



Margarete e Lígia

A SOLIDARIEDADE E A FRATERNIDADE!!

"O CÉU E O INFERNO"
Conta uma lenda que Deus convidou um Rabino para conhecer o céu e o inferno.
Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão,mas não suas próprias bocas.
O sofrimento era imenso.
Em seguida, Deus levou o Rabino para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
- “Eu não compreendo” - disse o Rabino.
- “Por quê aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?”.
Deus sorriu e respondeu:
- “Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros”.

Fraterno Abraço. Marcello Borges!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

UMA BELA LENDA ÁRABE...

Diz uma linda lenda árabe que dois amigos
viajavam pelo deserto e em um determinado
ponto da viagem discutiram.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.

Seguiram e chegaram a um oásis
onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete
e escreveu numa pedra:

HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.

Intrigado, o amigo perguntou:

Por que depois que te bati,
você escreveu na areia e agora que te salvei,
escrevestes na pedra?

Sorrindo, o outro amigo respondeu:

Quando um grande amigo nos ofende,
devemos escrever na areia onde o vento
do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso,
devemos gravar na pedra da memória e do coração;
onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

enviado pelo Ir.'. Marcello Borges (Bagé -RS)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

PALESTRA: LEI SECA - UM PARADIGMA QUE SALVA VIDAS








Realizamos ontem -terça-feira - uma palestra sobre um tema que está sendo amplamente discutido por toda a sociedade brasileira. Uma lei, baixada pelo Governo Federal, que pune os motoristas que são flagrados sob o efeito do álcool. É um tema super importante, atual, e que mexe com o comportamento de todos nós. Para dirimir todas as nossas dúvidas sobre este polêmico tema, convidamos a autoridade máxima no assunto do nosso estado: Dr Fabiano Contarato - delegado titular da delegacia de delitos de trânsito, e também professor universitário.

Uma bela explanação sobre a lei e suas consequências, um palestrante extremamente competente, dedicado e sensível à importância de seu papel na sociedade. Se prontificou a passar seus conhecimentos sobre o tema e nos deixou a sensação de que estamos, enquanto sociedade civil, muito bem representados na pessoa do Dr Fabiano.

PENSAMENTO II

“eu nunca poderia ter feito o que fiz sem os hábitos da pontualidade, ordem e aplicação, sem a determinação de me concentrar em um assunto de cada vez.”
Charles Dickens

PENSAMENTO

“se queres prosperidade por um ano, cultive grãos.
Se queres prosperidade por dez anos, cultive árvores.
Se queres prosperidade por cem anos, cultive pessoas.”

ESTAGIÁRIO

A NASA enviou ao espaço a uma missão, três macacos e um estagiário. Acompanhe o diálogo estabelecido entre a base e o foguete rumo ao espaço sideral:
- NASA para Nave: macaco 1, configurar painel de controle da espaçonave.
- Configuração efetuada
- Macaco 2, verificar pressurização da espaçonave
- Pressurização verificada
- Macaco 3, alinhar a rota da espaçonave
- rota alinhada
- Estagiário...
- Já sei, já sei, põe comida pros macacos e não mexe em nada.

OBS: que sacanagem...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

DIVULGANDO...

PREZADOS IRMÃOS:



O CAPÍTULO RIO DE JANEIRO N.º 001 DA ORDEM DEMOLAY TEM O PRAZER DE CONVIDAR A TODOS A ASSISTIR O MONÓLOGO:



D. PEDRO I.

COM O ATOR: IR.’. JOHN VAZ.



A MONTAGEM SE PASSA DENTRO DE UMA LOJA MAÇÔNICA DO GRANDE ORIENTE LUSITANO DE LISBOA EM 1834. LÁ, PEDRO IV DE PORTUGAL (PEDRO I PARA NÓS BRASILEIROS) FAZ UM RELATO DETALHADO DE TODA A TRAJETÓRIA DE SUA VIDA.
DESDE A CHEGADA AO BRASIL, DE SUA FAMÍLIA EM 1808, PASSANDO PELA REGÊNCIA DE SEU PAI, O RETORNO A PORTUGAL DE SUA FAMÍLIA, A REGÊNCIA DE PEDRO I, OS BASTIDORES DO “DIA DO FICO” E DA “INDEPENDÊNCIA DO BRASIL”, A ABDICAÇÃO AO TRONO BRASILEIRO E PORTUGUÊS, A DEPOSIÇÃO DE SUA FILHA MARIA COMO RAINHA DE PORTUGAL, E A GUERRA QUE TRAVOU COM IRMÃO MIGUEL PELO TRONO PORTUGUÊS.



O EVENTO SERÁ REALIZADO EM 21 DE AGOSTO DE 2008 ÀS 20:00 NO AUDITÓRIO VENÂNCIO IGREJAS (SUPREMO CONSELHO DO GRAU 33º), SITUADO NA RUA BARÃO 1359 PRAÇA SECA – JACAREPAGUÁ – RJ.



CONTAMOS COM VOSSA PRESENÇA. TRAGA SEUS FAMILIARES.



O VALOR DO INGRESSO É DE R$ 10,00 ANTECIPADO OU R$ 15,00 NO LOCAL, OS MESMO DEVERÃO SER ADQUIRIDOS PELOS TELEFONES ABAIXO:



JULIANO COELHO: 3390-3000 / 8663-5407

CEZAR LAZZAROTTO: 9997-3528 / 7817-9141

EDUARDO MARQUES: 9592-0419

MURILLO PALHA: 3350-3635 / 8894-0134

BINGO



Carlos Sacramento e as crianças.

BINGO



Algumas de nossas cunhadas

Mais foto do Bingo



Aloísio(Beco), Delmário e Claúdio Peladeiro

BINGO - festa de Outubro de 2006



Meu querido Alcino e eu jogando conversa fora

BINGO

quinta-feira, 31 de julho de 2008

GALINHADA



Uma de nossas festas, a grande Galinhada de Dezembro de 2006. No detalhe, nosso querido Eduardo Cebola e a cunhada Alexandra

Palestra AMAZÔNIA AZUL


esta palestra foi realizada na Loja Humildade e Fraternidade com o apoio da Loja Domingos Martins. Realizada em Vitória, a palestra foi proferida pelo Almirante de MAR E GUERRA Lúcio de Sá, da Marinha do Brasil. Nos contou da importância econômica para o País ao defender nossa costa (litoral), tendo inclusive, conseguido aumentar a nossa área territorial na ONU.
Na foto, o palestrante de terno cinza e o Grão Mestre da Maçonaria do Espírito Santo, Cecílio (último à direita).

VERSOS DA ESPERANÇA

SUBAM AO ALTAR HOMENS DO BEM
CARREGUEM O ANDOR HOMENS DE PAZ
ABRAM CAMINHOS ILUMINADOS
SIGAM OVELHAS FACHOS DE LUZ,
SEMENTES ESPALHEM GERMES DE AMOR
ENRAIZADA ESPERANÇA
TENHAM OS FRUTOS PURO SABOR,
MÃOS ESTENDIDAS SABEDORIA
VOZES ENTOEM HINOS DE FÉ
GUARDEM O FUTURO VASTA HARMONIA

FRANCISCA
(nossa querida cunhada)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Valentim "Roubando" Manga da Loja

I Torneio de Pesca Infanto-Juvenil



Walter Ney e seu filho Felipe, nosso grande campeão. O instrutor é craque na atividade

I Torneio de Pesca Infanto-Juvenil



Nosso Ir.'. José Carlos, ótimo veterinário e sua filhota Aniela, a segunda colocada

segunda-feira, 28 de julho de 2008

APRENDI A REFLETIR

Por ocasião de uma visita à nossa Loja, o Irmão José Geraldo, após a reunião, entregou-me este texto e falou: meu irmão Ivan, me permita te entregar este texto que escrevi. Caso você goste, leia para os demais membros de sua Loja em um momento apropriado. Se não achar legal, guarde assim mesmo. Taí maninho seu belo texto no nosso blog.


Aprendi que, quando olhamos para o mundo ao nosso redor para restaurar nossa paz mental ou as esperanças perdidas, provavelmente nunca encontremos a verdade que buscamos, por que ela está profundamente submersa dentro de nós mesmos.
Pensem meus Irmãos se acordamos esta manhã com mais saúde do que doença, se a nossa dispensa tem comida o bastante, nós somos mais abençoados do que milhares de pessoas que não sobreviverão esta semana.
Se você nunca enfrentou a agonia da doença na fila de um hospital público, ou ainda as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.
Se você mantém sua cabeça erguida com um sorriso no rosto e é realmente agradecido; você é abençoado, por que a maioria pode, mas não o faz.
Sejamos importantes, mas não necessariamente insubstituíveis. A prática sempre acompanha o aperfeiçoamento. Não podemos nos abandonar para cuidarmos dos outros por que, mesmo na pior situação, sempre há algo a se fazer. A saída sempre existe, mesmo sendo difícil de encontrá-la, esqueçam o “se eu tivesse”, o passado não tem volta.
Tentar é correr o risco de fracassar, mas o maior perigo é não arriscar nada! Pessoas que não se arriscam não conseguem nada. Não sentem, não mudam, não crescem, não amam, e principalmente não vivem. A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que temos.
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensinam. Os defeitos dos outros não devem nos incomodar, mas sim nos ensinar. O mal de quase todos nós é que preferimos sermos arruinados pelos elogios, a sermos salvos pelas críticas.
Digo que tentar e falhar é aprender; não tentar é sofrer a inestimável perda do que poderia ter sido. O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo, com mais inteligência, com mais prudência e com maior sucesso.
Para finalizar digo que, a morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender. Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida, e saiba que, para cada virtude basta um homem; mas para a amizade, são preciso dois.

Serra, 02/08/2007
Irmão José Geraldo de Oliveira
Comp.’.M.’.

0 EVANGÉLICO E A MAÇONARIA


Quando eu ainda era jovem, estudei em um colégio religioso; e por sinal um excelente educandário. Lá, dentre as muitas orientações que repassavam para os alunos, uma delas era que o evangélico (protestante) não pertencia a Deus, e sim, ao Diabo.

Passados alguns anos, conhecendo melhor o evangelismo, conclui que o evangélico fiel e obediente também pertence a Deus tanto quanto aqueles religiosos. Haja vista, que tive o privilégio de me tornar um evangélico.

Hoje, ouve-se dizer que certas religiões não aprovam os princípios maçônicos e alegam, inclusive, que a Maçonaria é de origem satânica, e que os maçons pertencem ao Demônio.

Infelizmente muitos evangélicos fazem coro com aquelas outras religiões, pregando a mesma coisa, isto é, que a maçonaria é diabólica e que os maçons são de Satã. Certo escritor protestante até já chegou a dizer que o evangélico maçom é um falso crente.

Outros evangélicos vão mais longe. Dizem eles que a Maçonaria promove a idolatria, afirmando que "ela admite um tal de ''São João da Escócia" ou "São João de Jerusalém" como padroeiro, e abre os seus trabalhos em seu nome."

Realmente a Maçonaria abre seus trabalhos em nome de São João, como padroeiro. Mas os críticos se esquecem de que padroeiro, segundo Aurélio, é o mesmo que patrono. E patrono é aquele que serve de exemplo, que é espelho, modelo ou paradigma. 0 Exército Brasileiro tem o seu patrono, o Duque de Caxias, e nunca se viu nenhum evangélico deixar de seguir a carreira militar por ter o Caxias como patrono. Tem mais, em toda solenidade de formatura, sobretudo, de curso superior, existe alguém como patrono; e jamais soube-se que um evangélico se omitisse em participar daquele ato porque lá estivesse a figura de patrono.

Há evangélico anunciando por aí que a Maçonaria é religiosamente sincretista. Não é verdade. Para se ingressar na Maçonaria o candidato necessita, sim, professar uma religião. Com isso o maçom pode e dever pertencer a um segmento religioso. E isso não demonstra sincretismo religioso. Pelo contrário, vem provar que a Maçonaria não é religião mas aceita nos seus quadros a convivência de todos os credos religiosos.

Porém não é somente na Maçonaria que os integrantes de vários credos religiosos se inter-relacionam. Não. Nas repartições públicas ou privadas, nos bancos ou em quaisquer outros órgãos, vamos encontrar funcionários dessas instituições professando as mais diversas crenças. E no entanto, ninguém é discriminado ou escandalizado pelo seu princípio de fé ou crença. Geralmente todos trabalham na mais perfeita harmonia e ordem, relacionando-se muito bem entre si.

A Maçonaria é também censurada por determinados evangélicos quanto aos, segredos maçônicos. Esses crentes dizem que na Igreja Evangélica nada há em oculto, tudo é feito à vista de todos, e as suas reuniões privativas nada têm de secretismo."

Todavia a Bíblia não diz assim e a prática não confirma tal afirmação. As Sagradas Escrituras, em Mateus - 8:4, registram: "Disse então Jesus ao leproso que havia curado: Olha, não digas a ninguém, mas vai e mostra-te ao sacerdote ...". Ainda em Apocalipse -10:4 está escrito.. "Guarda em segredo as cousas que os sete trovões falaram, e não as escreve". Há também assuntos tratados no seio das igrejas que não são levados ao conhecimento público da congregação; sobretudo nas chamadas reuniões privativas, as quais, entende-se, são a mesma coisa que secretas.

Portanto as referências ora mencionadas são exemplos de segredo ou sigilo. As primeiras os evangélicos devem conhecer, pois são bíblicas. E as outras, especialmente os líderes, com certeza as praticam em suas reuniões administrativas particulares e privativas.

A maçonaria também é criticada por alguns protestantes pela adoção dos símbolos.

Na realidade existem muitos símbolos maçônicos. Todavia, todos eles têm os seus significados específicos, como a Estrela Radiante, que é o emblema da Divindade; e tantos outros, os quais vão sendo conhecidos de acordo com os graus atingidos pelo maçom.

Por outro lado, no mundo profano também encontram-se vários símbolos, dentre eles, a Bandeira Nacional que é o símbolo da Pátria; a balança no direito, simbolizando a Justiça; e muitos outros.

A Bíblia, por sua vez, mostra também, muitos e muitos símbolos, tais como o arco-íris, símbolo que representa uma aliança entre Deus e os homens, e ainda a beleza, respectivamente (Gênesis - 9:13 e Apocalipse - 4:3), o cavalo, símbolo da força (Apocalipse - 6); o dragão, simbolizando Satanás (Apocalipse - 13). Há inúmeros outros símbolos contidos no Livro Sagrado.

Existem evangélicos afirmando que a Maçonaria é uma Instituição Pagã. Aí há mais um erro por eles cometido. Pois os trabalhos em uma loja maçônica são abertos invocando o auxílio do Supremo Arquiteto do Universo, que é o próprio Deus. E esse Supremo Arquiteto é relatado em Hebreus - 11:3 e 10, e Jeremias - 10:12. Pois em toda abertura dos trabalhos lê-se um texto no Livro da Lei (Bíblia), de conformidade com o grau em que estão sendo realizados os trabalhos.

E tem mais, pode-se afirmar que existe dentro da Maçonaria um respeito muito grande entre os irmãos quanto aos seus princípios ideológicos, culturais e acima de tudo religiosos.

Finalizando, quero testemunhar que há mais de quarenta anos sou evangélico, e tenho plena convicção que, graças a Deus, não sou do Diabo, como antes ouvia afirmar. Outrossim, há aproximadamente quinze anos sou maçom, e me sinto também confiante de que não pertenço a Satanás como muitos afirmam por aí, mas a Deus, o Supremo Arquiteto do Universo.

Portanto, irmãos, o evangélico pode e deve ser um maçom, acima de tudo justo, verdadeiro e eficiente.


NILSON RIBEIRO LEITE
Loja Maçônica Luz no Horizonte
Grande Oriente do Estado de Goiás
Apresentado em loja no dia 02/12/99
Este texto postado logo acima foi escrito por um irmão nosso, em um momento de extrema felicidade, em que, se faz um desabafo esclarecedor com o objetivo de tentar “derrubar” ou pelo menos, mostrar aos não pertencentes à nossa Ordem, que a Maçonaria sempre foi vítima de grande perseguição e preconceito, e até hoje o é, sempre que, erroneamente, é classificada como uma religião

O INÍCIO

É com grande satisfação, que hoje iniciamos o nosso blog. O Blog da ARLS CARIDADE E ESPERANÇA. E por que um blog e não um site? Pelo dinamismo que o blog pode nos proporcionar. A possibilidade de inserir informações em tempo real e com a participação imediata de quem está lendo, através de seu comentário. O site é mais estático, engessado. Não permite essa flexibilidade de ação.

Esperamos que aqui seja um espaço de leitura agradável, com informações para reflexão, auto-ajuda, conforto espiritual, integração e principalmente, divulgação dos nossos objetivos.

A Maçonaria é uma instituição maravilhosa, apaixonante e que nos engrandece a cada dia, e nós maçons, estamos na incansável busca da perfeição, lutando por uma sociedade mais justa e perfeita.